Quem diria que Narana foi cúmplice da luta estudantil contra o fascismo, hoje quase desconhecida, travada numa instituição que lhe servia de suporte? A verdade é que foi.
Narana Coissoró (1931-2026)
O “democrata-hindu” que foi cúmplice de estudantes em luta contra o fascismoQuem diria que Narana foi cúmplice da luta estudantil contra o fascismo, hoje quase desconhecida, travada numa instituição que lhe servia de suporte? A verdade é que foi.
[Todo o dia é véspera]
crise da habitaçãoEsta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância” ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ ) e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal.
[Crónica]
Um regressado coliseu de romaAlbufeira não comemorou o 25 de Abril – nem um cravo ao peito de alguém. Uma palavra de respeito, uma fagulha, sequer, de gratidão pelos dias vividos na sequência da mão beijada. Este ano, a minha cidade não homenageou a revolução que devolveu oxigénio aos pulmões do país. Asfixiemos. [Artigo de Ana Sofia Brito]
Entrevista Rostos e Rumos
Emídio Martins, militante da Acção Católica, sindicalista da CGTPFidelidade à classe operária e fidelidade a Jesus Cristo. Nesta dupla dimensão se alimenta a “mística do movimento operário”, na “necessidade de agir, com todos, com outros, na melhoria das condições de vida e na dignidade da própria pessoa”. “Foi nas reflexões da JOC, Juventude Operária Católica, que ganhei consciência sindical”, sintetiza Emídio Martins, militante da JOC e da LOC, que pertenceu também à comissão executiva da CGTP.
[Todo o dia é véspera]
o problema da imigração.Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”. ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ ) e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal. [Luís Soares Barbosa].
[Entre Margens]
25 de Abril e dignidade humana: duas faces da mesma moedaCelebrar o 25 de Abril é revisitar a memória daquilo que jamais queremos voltar a viver. Com a Revolução de Abril abriram-se caminhos para a recuperação do respeito, incondicional, por essa dignidade. Mas esta caminhada tem sido mais lenta que o expectável. [Texto de Eugénio Fonseca].
[À Margem]
Um Papa em África para fustigar os tiranos e dar razões de esperança“De quem é esta voz que se ergue diante de dezenas milhares de pessoas e que não vacila na presença de dirigentes políticos enriquecidos à custa da pobreza de povos coartados nas suas liberdades mais fundamentais? Os ecos dos discursos e homílias que Leão XIV proferiu em quatro países africanos prolongam-se para além dos dias da sua passagem.”
Na Católica de Lisboa
Um colóquio para analisar as transformações promovidas pela Revolução de AbrilCinco décadas após o 25 de Abril de 1974, quais os principais avanços e transformações registados em Portugal? Um colóquio no polo de Lisboa da Universidade Católica Portuguesa (UCP), que decorrerá nos próximos dias 3 e 4 de julho, pretende encontrar as respostas.
Narana Coissoró (1931-2026)
O “democrata-hindu” que foi cúmplice de estudantes em luta contra o fascismoQuem diria que Narana foi cúmplice da luta estudantil contra o fascismo, hoje quase desconhecida, travada numa instituição que lhe servia de suporte? A verdade é que foi.
[Todo o dia é véspera]
crise da habitaçãoEsta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância” ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ ) e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal.
[Crónica]
Um regressado coliseu de romaAlbufeira não comemorou o 25 de Abril – nem um cravo ao peito de alguém. Uma palavra de respeito, uma fagulha, sequer, de gratidão pelos dias vividos na sequência da mão beijada. Este ano, a minha cidade não homenageou a revolução que devolveu oxigénio aos pulmões do país. Asfixiemos. [Artigo de Ana Sofia Brito]
Entrevista Rostos e Rumos
Emídio Martins, militante da Acção Católica, sindicalista da CGTPFidelidade à classe operária e fidelidade a Jesus Cristo. Nesta dupla dimensão se alimenta a “mística do movimento operário”, na “necessidade de agir, com todos, com outros, na melhoria das condições de vida e na dignidade da própria pessoa”. “Foi nas reflexões da JOC, Juventude Operária Católica, que ganhei consciência sindical”, sintetiza Emídio Martins, militante da JOC e da LOC, que pertenceu também à comissão executiva da CGTP.
[Todo o dia é véspera]
o problema da imigração.Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”. ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ ) e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal. [Luís Soares Barbosa].
[Entre Margens]
25 de Abril e dignidade humana: duas faces da mesma moedaCelebrar o 25 de Abril é revisitar a memória daquilo que jamais queremos voltar a viver. Com a Revolução de Abril abriram-se caminhos para a recuperação do respeito, incondicional, por essa dignidade. Mas esta caminhada tem sido mais lenta que o expectável. [Texto de Eugénio Fonseca].
[À Margem]
Um Papa em África para fustigar os tiranos e dar razões de esperança“De quem é esta voz que se ergue diante de dezenas milhares de pessoas e que não vacila na presença de dirigentes políticos enriquecidos à custa da pobreza de povos coartados nas suas liberdades mais fundamentais? Os ecos dos discursos e homílias que Leão XIV proferiu em quatro países africanos prolongam-se para além dos dias da sua passagem.”
Na Católica de Lisboa
Um colóquio para analisar as transformações promovidas pela Revolução de AbrilCinco décadas após o 25 de Abril de 1974, quais os principais avanços e transformações registados em Portugal? Um colóquio no polo de Lisboa da Universidade Católica Portuguesa (UCP), que decorrerá nos próximos dias 3 e 4 de julho, pretende encontrar as respostas.
[Olhar de teóloga]
Tinha 73 anos novidadeDecidi que, sempre que, infelizmente, escrever sobre o suicídio de um padre, vou intitular o artigo com a idade daquele que não encontrou outra saída.
Bernard Card, da diocese de Dijon, em França, suicidou-se na casa paroquial. Ao que parece, era um padre activo, envolvido em várias atividades diocesanas e de trato fácil e próximo. [Texto de Cristina Inogés Sanz]
[Metáforas vivas]
Ide às encruzilhadas dos caminhos novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 11 de outubro, [domingo xxviii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre o quadro e o mundo (32)]
Menos grelhas para preencher, mais pensamento em conjunto? O desafio da colaboração nas escolas novidadeTer reuniões marcadas, tempo reservado nos horários e instrumentos para registar o trabalho conjunto não significa necessariamente que exista colaboração entre professores. No novo episódio do podcast “Entre o Quadro e o Mundo”, Luís Francisco Marques questiona uma escola cada vez mais capaz de organizar e medir o que é feito por todos, mas nem sempre capaz de criar uma cultura em que os professores pensem verdadeiramente em conjunto.
Evocação
Pai Telmo: homem de testemunho eloquente novidadeA morte e a noite caíram sobre nós demasiado depressa com a notícia do falecimento de Pai Telmo. Os seus 100 anos foram um sopro veloz que não deixou ninguém indiferente e a sua dedicação à Igreja dos mais pobres uma brisa que suavizou muitas dores. [Texto de padre José Alfredo].
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