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O que devemos e não devemos fazer quando apoiamos alguém em luto

[A Escuta que cura – 6]

O que devemos e não devemos fazer quando apoiamos alguém em luto

O luto não se veste sempre de preto. O luto não é sempre anunciado ou marcado ao sétimo ou ao trigésimo dia. Contudo, o luto sempre chega, por vezes demora-se, outras vezes complica-se e depois vai ou não embora. E é através dele que nos humanizamos, que nos lembramos do que vivemos e ganhamos mais oxigénio para continuar a viver. [Texto de Margarida Rafael].

Solidão: o que fazer?

[A Escuta que Cura – 5]

Solidão: o que fazer?

A solidão é uma experiência humana universal inevitável. Por mais que tenhamos relações próximas, há sempre uma parte da nossa experiência que é solitária, individual. Muitas vezes mal vivida pode influenciar a saúde mental e emocional. [Texto de Mónica Barbosa].

Uma arte que pode transformar vidas

[A Escuta que Cura – 3]

Uma arte que pode transformar vidas

“No mundo onde a velocidade e a tecnologia dominam as interações, a escuta atenta e empática tornou-se uma raridade. A sociedade atual valoriza mais o falar do que o ouvir. As tecnologias de comunicação promovem a superficialidade das interações, onde muitas vezes as mensagens são trocadas sem uma verdadeira compreensão mútua.” – A reflexão da psicóloga Márcia Queiroga

A dimensão espiritual da vida humana

[A escuta que cura – 2]

A dimensão espiritual da vida humana

Diferentes tradições culturais, religiosas e filosóficas têm procurado entender e explicar a dimensão espiritual que, embora intangível, é intrínseca à experiência humana. A espiritualidade, neste contexto, não se limita à prática religiosa, mas abrange um espectro mais vasto de experiências e perspetivas.

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

[A escuta que cura – 1]

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

A partir de hoje, e sempre no primeiro domingo de cada mês, o 7MARGENS publica um conjunto de sete textos sobre a escuta, preparados por voluntários do Gabinete de Escuta, de Lisboa. “Cuidar pode traduzir-se na atenção ao outro, na empatia pelas suas necessidades, na promoção do seu bem-estar, dar de si, partilhar, interdepender.”

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

Voluntários do GEscuta são autores

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

“Vivemos numa época em que proliferam as redes sociais e se têm centenas, para não dizer milhares, de ‘amigos’” mas, “apesar de estarmos aparentemente cada vez mais rodeados de pessoas, nunca estivemos tão sós”. A afirmação de Sandra Chaves Costa, voluntária e coordenadora do GEscuta (Gabinete de Escuta), dá o contexto para a série de artigos que, a partir deste domingo, o 7MARGENS publicará, da autoria de diversos voluntários do GEscuta, de Lisboa.

O que devemos e não devemos fazer quando apoiamos alguém em luto

[A Escuta que cura – 6]

O que devemos e não devemos fazer quando apoiamos alguém em luto

O luto não se veste sempre de preto. O luto não é sempre anunciado ou marcado ao sétimo ou ao trigésimo dia. Contudo, o luto sempre chega, por vezes demora-se, outras vezes complica-se e depois vai ou não embora. E é através dele que nos humanizamos, que nos lembramos do que vivemos e ganhamos mais oxigénio para continuar a viver. [Texto de Margarida Rafael].

Solidão: o que fazer?

[A Escuta que Cura – 5]

Solidão: o que fazer?

A solidão é uma experiência humana universal inevitável. Por mais que tenhamos relações próximas, há sempre uma parte da nossa experiência que é solitária, individual. Muitas vezes mal vivida pode influenciar a saúde mental e emocional. [Texto de Mónica Barbosa].

Uma arte que pode transformar vidas

[A Escuta que Cura – 3]

Uma arte que pode transformar vidas

“No mundo onde a velocidade e a tecnologia dominam as interações, a escuta atenta e empática tornou-se uma raridade. A sociedade atual valoriza mais o falar do que o ouvir. As tecnologias de comunicação promovem a superficialidade das interações, onde muitas vezes as mensagens são trocadas sem uma verdadeira compreensão mútua.” – A reflexão da psicóloga Márcia Queiroga

A dimensão espiritual da vida humana

[A escuta que cura – 2]

A dimensão espiritual da vida humana

Diferentes tradições culturais, religiosas e filosóficas têm procurado entender e explicar a dimensão espiritual que, embora intangível, é intrínseca à experiência humana. A espiritualidade, neste contexto, não se limita à prática religiosa, mas abrange um espectro mais vasto de experiências e perspetivas.

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

[A escuta que cura – 1]

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

A partir de hoje, e sempre no primeiro domingo de cada mês, o 7MARGENS publica um conjunto de sete textos sobre a escuta, preparados por voluntários do Gabinete de Escuta, de Lisboa. “Cuidar pode traduzir-se na atenção ao outro, na empatia pelas suas necessidades, na promoção do seu bem-estar, dar de si, partilhar, interdepender.”

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Últimas Notícias

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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