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Da ecologia da comunicação à gramática da paz: a proposta de Leão XIV

[À Margem]

Da ecologia da comunicação à gramática da paz: a proposta de Leão XIV

A aposta na comunicação e suas ferramentas pode desempenhar um papel crucial na construção da paz. Em consonância com (e aprofundando) a ecologia da comunicação, a encíclica “Magnifica Humanitas” sugere em primeiro lugar um ponto em que “todos podemos fazer a nossa parte” em prol da paz: “desarmar as palavras”.

Meu Deus, é o futebol!

[À Margem]

Meu Deus, é o futebol!

Um empate é um empate. Sim e não. A seleção portuguesa empata e é uma humilhação. A seleção de Cabo Verde empata e é uma festa! É o futebol!… O futebol que está por agora em toda a parte, mais omnipresente do que Deus.

Quando é que deixámos de reparar?

[À Margem]

Quando é que deixámos de reparar?

“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

[À Margem]

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”

Ainda podemos rir?

Ainda podemos rir?

“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

[À Margem]

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

Celebra-se o Dia do Trabalhador em plena discussão do chamado “Pacote Laboral” e nas vésperas deste dar entrada na Assembleia da República. A história desta discussão iniciada em junho de 2025 é reveladora, por um lado, dos políticos pensarem que grandes reformas se podem fazer à margem da sociedade, mas, por outro, mostra também uma incapacidade de leitura e reflexão, bem como de perceber o tempo que vivemos.

Meu Deus, é o futebol!

[À Margem]

Um Papa em África para fustigar os tiranos e dar razões de esperança

“De quem é esta voz que se ergue diante de dezenas milhares de pessoas e que não vacila na presença de dirigentes políticos enriquecidos à custa da pobreza de povos coartados nas suas liberdades mais fundamentais? Os ecos dos discursos e homílias que Leão XIV proferiu em quatro países africanos prolongam-se para além dos dias da sua passagem.”

Ainda podemos rir?

[À Margem]

Uma proibição, crimes de guerra e lágrimas de crocodilo

A interdição de o patriarca Pizzaballa celebrar na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, a missa de Domingo de Ramos, é mais um passo na escalada do extremismo e do belicismo que governa Israel: os cristãos são cada vez menos no Médio Oriente e isso tem sobretudo a ver com a política dos governos europeus e dos EUA, de apoio incondicional a Israel.

Da ecologia da comunicação à gramática da paz: a proposta de Leão XIV

[À Margem]

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A aposta na comunicação e suas ferramentas pode desempenhar um papel crucial na construção da paz. Em consonância com (e aprofundando) a ecologia da comunicação, a encíclica “Magnifica Humanitas” sugere em primeiro lugar um ponto em que “todos podemos fazer a nossa parte” em prol da paz: “desarmar as palavras”.

Meu Deus, é o futebol!

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Um empate é um empate. Sim e não. A seleção portuguesa empata e é uma humilhação. A seleção de Cabo Verde empata e é uma festa! É o futebol!… O futebol que está por agora em toda a parte, mais omnipresente do que Deus.

Quando é que deixámos de reparar?

[À Margem]

Quando é que deixámos de reparar?

“A cultura do descarte não começa apenas quando ignoramos as pessoas sem-abrigo, os migrantes ou os pobres de quem o Papa fala. Talvez comece muito antes, nas nossas casas, nas nossas escolas, quando deixamos de prestar atenção a quem sofre mesmo ali ao lado, quando os nossos filhos já nem reagem se um colega pede ajuda, cai ou fica sozinho.”

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

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“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”

Ainda podemos rir?

Ainda podemos rir?

“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”

Celebrar o Dia do Trabalhador: honrar a memória, afirmar o presente e ser solidário com o futuro

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Celebra-se o Dia do Trabalhador em plena discussão do chamado “Pacote Laboral” e nas vésperas deste dar entrada na Assembleia da República. A história desta discussão iniciada em junho de 2025 é reveladora, por um lado, dos políticos pensarem que grandes reformas se podem fazer à margem da sociedade, mas, por outro, mostra também uma incapacidade de leitura e reflexão, bem como de perceber o tempo que vivemos.

Meu Deus, é o futebol!

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“De quem é esta voz que se ergue diante de dezenas milhares de pessoas e que não vacila na presença de dirigentes políticos enriquecidos à custa da pobreza de povos coartados nas suas liberdades mais fundamentais? Os ecos dos discursos e homílias que Leão XIV proferiu em quatro países africanos prolongam-se para além dos dias da sua passagem.”

Ainda podemos rir?

[À Margem]

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A interdição de o patriarca Pizzaballa celebrar na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, a missa de Domingo de Ramos, é mais um passo na escalada do extremismo e do belicismo que governa Israel: os cristãos são cada vez menos no Médio Oriente e isso tem sobretudo a ver com a política dos governos europeus e dos EUA, de apoio incondicional a Israel.

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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