O jornalista chileno Juan Carlos Cruz, que foi vítima de abusos sexuais em criança, acaba de integrar a Comissão de Proteção de Menores do Vaticano, por escolha do Papa Francisco, dada a conhecer esta quarta-feira, 24 de março.
O jornalista chileno Juan Carlos Cruz, que foi vítima de abusos sexuais em criança, acaba de integrar a Comissão de Proteção de Menores do Vaticano, por escolha do Papa Francisco, dada a conhecer esta quarta-feira, 24 de março.
Diversos jornalistas abandonaram uma conferência de imprensa convocada para esta terça-feira, 5, pela arquidiocese de Colónia (Alemanha), a propósito da divulgação de um relatório inédito sobre casos de abuso sexual de menores dentro da Igreja. Na origem do protesto esteve um pedido de que assinassem um acordo onde se comprometiam a manter o conteúdo da investigação “em segredo”, divulgou a rádio Deutsche Welle na sua página digital.
“Imploro-vos”, diz a mãe de Arzoo Masih, uma das duas meninas cristãs raptadas no Paquistão por homens muçulmanos e forçadas a casar, num vídeo divulgado esta quarta-feira, 28, pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). “Faço um apelo à comunidade internacional, aos meios de comunicação social e aos governantes dos países do mundo inteiro para que ofereçam ajuda para a libertação da minha filha”. Ao seu lado, a mãe de Huma Younus, a outra menina sequestrada, deixa o mesmo apelo.
“É consensual que a resposta que a Igreja Católica [do Chile] deu às denúncias sobre os abusos sexuais do clero foi limitada, insuficiente e negligente”. Esta é a conclusão do relatório “Compreendendo a crise da Igreja no Chile”, que resulta de uma investigação realizada nos últimos dois anos pela Pontifícia Universidade Católica daquele país, divulgada esta terça-feira, 8 de setembro, pelo jornal espanhol Vida Nueva.
É preciso romper o silêncio, escreve o Papa no prefácio de um novo estudo sobre os abusos sexuais na Igreja, que será publicado brevemente em Espanha. Francisco sublinha que “a denúncia dos abusos é necessária” e garante que a Igreja aceitou “o repto de enfrentar este problema com a cabeça erguida, assumindo-o e sofrendo-o junto com as vítimas”. Prova disso é a suspensão de um padre, na Colômbia, acusado de ter abusado de duas menores em Bogotá. Apesar de o suspeito negar as acusações, a arquidiocese iniciou uma investigação e está a colaborar com a justiça colombiana, que entretanto já o colocou em prisão preventiva.
O ex-núncio do Vaticano em França, Luigi Ventura, é acusado de agressão sexual por pelo menos quatro homens e irá a julgamento no próximo dia 10 de novembro, em Paris, avançou a AFP esta quinta-feira, 23 de julho. Nos EUA, o ex-cardeal e arcebispo emérito de Washington, expulso no ano passado por pedofilia, é agora alvo de novas acusações pelo presumível abuso de menores numa casa de praia, onde também outros religiosos praticariam o mesmo crime.
Ao longo das últimas sete décadas, em França, pelo menos 3.000 crianças foram vítimas de abusos sexuais no seio da Igreja Católica: uma média de mais de 40 casos por ano. Os crimes terão sido perpetrados por cerca de 1.500 religiosos, denunciou esta semana o presidente da Comissão Independente sobre o Abuso Sexual na Igreja (Ciase, na sigla francesa), o jurista Jean-Marc Sauvé.
Aproximadamente mil milhões de crianças, cerca de metade no mundo inteiro, são anualmente vítimas de violência física, sexual ou psicológica. A informação é avançada pelo relatório publicado esta quinta-feira numa iniciativa conjunta de diversas agências das Nações Unidas, que acusam a generalidade dos países de não cumprir as estratégias estabelecidas para proteger os menores.
O jornalista chileno Juan Carlos Cruz, que foi vítima de abusos sexuais em criança, acaba de integrar a Comissão de Proteção de Menores do Vaticano, por escolha do Papa Francisco, dada a conhecer esta quarta-feira, 24 de março.
Diversos jornalistas abandonaram uma conferência de imprensa convocada para esta terça-feira, 5, pela arquidiocese de Colónia (Alemanha), a propósito da divulgação de um relatório inédito sobre casos de abuso sexual de menores dentro da Igreja. Na origem do protesto esteve um pedido de que assinassem um acordo onde se comprometiam a manter o conteúdo da investigação “em segredo”, divulgou a rádio Deutsche Welle na sua página digital.
“Imploro-vos”, diz a mãe de Arzoo Masih, uma das duas meninas cristãs raptadas no Paquistão por homens muçulmanos e forçadas a casar, num vídeo divulgado esta quarta-feira, 28, pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). “Faço um apelo à comunidade internacional, aos meios de comunicação social e aos governantes dos países do mundo inteiro para que ofereçam ajuda para a libertação da minha filha”. Ao seu lado, a mãe de Huma Younus, a outra menina sequestrada, deixa o mesmo apelo.
“É consensual que a resposta que a Igreja Católica [do Chile] deu às denúncias sobre os abusos sexuais do clero foi limitada, insuficiente e negligente”. Esta é a conclusão do relatório “Compreendendo a crise da Igreja no Chile”, que resulta de uma investigação realizada nos últimos dois anos pela Pontifícia Universidade Católica daquele país, divulgada esta terça-feira, 8 de setembro, pelo jornal espanhol Vida Nueva.
É preciso romper o silêncio, escreve o Papa no prefácio de um novo estudo sobre os abusos sexuais na Igreja, que será publicado brevemente em Espanha. Francisco sublinha que “a denúncia dos abusos é necessária” e garante que a Igreja aceitou “o repto de enfrentar este problema com a cabeça erguida, assumindo-o e sofrendo-o junto com as vítimas”. Prova disso é a suspensão de um padre, na Colômbia, acusado de ter abusado de duas menores em Bogotá. Apesar de o suspeito negar as acusações, a arquidiocese iniciou uma investigação e está a colaborar com a justiça colombiana, que entretanto já o colocou em prisão preventiva.
O ex-núncio do Vaticano em França, Luigi Ventura, é acusado de agressão sexual por pelo menos quatro homens e irá a julgamento no próximo dia 10 de novembro, em Paris, avançou a AFP esta quinta-feira, 23 de julho. Nos EUA, o ex-cardeal e arcebispo emérito de Washington, expulso no ano passado por pedofilia, é agora alvo de novas acusações pelo presumível abuso de menores numa casa de praia, onde também outros religiosos praticariam o mesmo crime.
Ao longo das últimas sete décadas, em França, pelo menos 3.000 crianças foram vítimas de abusos sexuais no seio da Igreja Católica: uma média de mais de 40 casos por ano. Os crimes terão sido perpetrados por cerca de 1.500 religiosos, denunciou esta semana o presidente da Comissão Independente sobre o Abuso Sexual na Igreja (Ciase, na sigla francesa), o jurista Jean-Marc Sauvé.
Aproximadamente mil milhões de crianças, cerca de metade no mundo inteiro, são anualmente vítimas de violência física, sexual ou psicológica. A informação é avançada pelo relatório publicado esta quinta-feira numa iniciativa conjunta de diversas agências das Nações Unidas, que acusam a generalidade dos países de não cumprir as estratégias estabelecidas para proteger os menores.
[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidadeCom efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
Mensagem da CEP
Bispos querem uma “nova era missionária” e apontam Portugal como “terra de missão” novidadeA Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considera que o centenário do Dia Mundial das Missões, que a Igreja celebrará no próximo dia 18 de outubro, deve ser ocasião para renovar o compromisso missionário e reconhecer que a missão não acontece apenas em terras distantes.
Esta terça-feira, 7 outubro
“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência novidadeA Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.
[Entre Margens]
Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur novidadeNão sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].
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