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Vítimas do padre Rupnik sentem-se dececionadas e traídas

Um ano após reabertura do caso

Vítimas do padre Rupnik sentem-se dececionadas e traídas

O padre Marko Ivan Rupnik, artista e teólogo, autor de dezenas de livros, amigo de papas e cardeais, resiste desde dezembro de 2022 a sucessivas e plausíveis denúncias de abusos sexuais, de poder e espirituais sobre um significativo número de religiosas, mesmo depois de, há um ano, o próprio Papa ter ordenado a reabertura do seu processo.

Garrido, o vitimador

[O flagelo que não acaba – XIV]

Garrido, o vitimador

Os abusos de qualquer tipo na Igreja são, em essência, uma forma de eclesiopatia, fruto de uma formação distorcida nos seminários e noviciados (embora alguns destes últimos já pareçam estar a corrigir o rumo) que, embora possa parecer estranho hoje, ainda considera o corpo como o inimigo a ser derrotado, o que gera muitos traumas. Tampouco é levada em consideração a formação afetiva, sexual e emocional dos seminaristas. (Cristina Inogés Sanz)

Um livro que é memória viva do escândalo dos abusos na Igreja

“Em Nome do Pai”

Um livro que é memória viva do escândalo dos abusos na Igreja

Se houvesse uma atitude menos defensiva e mais aberta ao sofrimento das vítimas (e re-vítimas) dos abusos de poder, nomeadamente no campo psicológico, económico, espiritual e sexual, haveria também mais debate da situação e mais iniciativas que traduzissem esse debate, como conferências interdisciplinares, livros e artigos científicos.

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

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