Três organizações, que representam mais de 600 milhões de evangélicos no mundo, destacam o facto de “muitos cristãos na Rússia” estarem “a agonizar, tentando perceber como é que se segue Jesus quando se faz parte de uma comunidade que inflige danos a outras pessoas”. O desafio, defendem, é “ficar com os vulneráveis, mesmo quando isso significa confrontar o nosso próprio grupo e os nossos próprios líderes”.







