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Reflexão do presente passado para o passado futuro

[Entre Margens]

Reflexão do presente passado para o passado futuro

No meio do frenesim que hoje é viver, às vezes paro ao espelho e pergunto-me se estou velho. Não por causa de rugas e do cabelo branco, de dores provocadas pela coluna ou de como a insuficiência cardíaca me faz sentir cansado com mais facilidade. Isso é no corpo. Pergunto-me sobre a alma. [Texto de Jorge Castro Guedes].

Alma e identidade pessoal

Alma e identidade pessoal

Alguns filósofos contemporâneos, negando a existência da alma, afirmam que a identidade pessoal consiste, simplesmente, na “continuidade espaciotemporal”[1]. Isto é, somos aquilo que somos porque, ao longo do tempo, há algo que permanece espaciotemporalmente, quer dizer, física ou fisiologicamente. (Rúben Azevedo).

Eros e Ágape: Confundidos sobre o amor

Eros e Ágape: Confundidos sobre o amor

Eros, o amor passional, e ágape, o amor sacrificial, continuam em batalha campal nas nossas vidas, como se não fosse possível juntá-los à mesma mesa, que é como quem diz, assumi-los por inteiro e integrá-los a ambos no leque dos bons amigos. A confusão radica nas dualidades que somos propensos a fazer, dividindo o que está destinado a ser junto e atribuindo dísticos de “bom” e “mau” a realidades que se limitam a ser.

Eros e Ágape: Confundidos sobre o amor

Viver é Cristo, morrer é lucro

Tantos milénios soma a humanidade e a morte continua envolta numa densa névoa, como se não fosse um dos poucos factos de que podemos estar certos enquanto vivemos, para os outros e para nós próprios. Estranhamente, a morbidez escura e em surdina com que se vive o momento da morte e os que se lhe seguem alastra para todos os ambientes, incluindo os cristãos, como se não houvesse forma de contornar o politicamente correto negro de cara, veste e alma.

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[Entre Margens]

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No meio do frenesim que hoje é viver, às vezes paro ao espelho e pergunto-me se estou velho. Não por causa de rugas e do cabelo branco, de dores provocadas pela coluna ou de como a insuficiência cardíaca me faz sentir cansado com mais facilidade. Isso é no corpo. Pergunto-me sobre a alma. [Texto de Jorge Castro Guedes].

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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