Serena trabalhava à noite nos bares, derramando álcool em copos alheios e aturando bebedeiras ao embargo de avultados decibéis. Era só vê-la em ação e – verdade seja dita, não era por ser minha amiga – qualquer um ficava doido com aquele jogo de braços tatuados atirando garrafas ao ar, que apanhava e soltava com a destreza de quem humilha a gravidade. [Texto de Ana Sofia Brito].






