Apeteceu-me escrever sobre António Lobo Antunes, mas achei que quase tudo o que é importante já foi dito. Resolvi fazer de outra maneira para não perder a oportunidade de falar de alguém que fazia da escrita as “telas onde se pintam” os sentimentos, as emoções, os factos e as interpretações deles, as dores, as humilhações, os desastres, as lógicas e as ilógicas, as injustiças, as assimetrias sociais… [Texto de Margarida Cordo].







