“Milhões de refugiados continuam deslocados, as suas casas inacessíveis, destruídas ou irreparáveis”, enquanto “centenas de inocentes são semanalmente mortos, ou gravemente feridos por ataques indiscriminados”, escrevem os Patriarcas e os líderes das Igrejas de Jerusalém numa declaração conjunta, na qual apelam a um cessar-fogo imediato.






