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Um testemunho inquietante (e necessário) de Primo Levi

Um testemunho inquietante (e necessário) de Primo Levi

Há poucos dias, deparei-me com um artigo escrito por Primo Levi, o famoso judeu italiano que sobreviveu a Auschwitz, o qual, entre outras obras impressionantes, escreveu Se isto é um homem (1947), talvez o mais extraordinário e impressionante relato alguma vez escrito da desumanização a que os internos do campo polaco (a grande maioria judeus) estavam sujeitos. [Rúben Azevedo].

Eu estive lá! (Crónica de uma viagem ao inferno)

Eu estive lá! (Crónica de uma viagem ao inferno)

Quando aludia ao meu desejo de visitar esse lugar, ouvia quase sempre os mesmos comentários: “Eu não iria! Não teria coragem. Que horror, acho que morreria ao ver aquilo!”. Mas esse era um sonho antigo, meu e do meu marido, pois ele também gostaria de ter podido ir Lá. Então, fui. Sem ele, a não ser no pensamento.

O que se traz em nós depois de entrar em Auschwitz e em Birkenau

O que se traz em nós depois de entrar em Auschwitz e em Birkenau

Entrei pela primeira vez no Campo de Auschwitz, na Polónia, no passado dia 5 de maio. Na viagem de autocarro que começara na belíssima Cracóvia aumentava a minha ansiedade e não conseguia abstrair-me das minhas perguntas de há tantos anos: como se entra num lugar como aquele, sabendo hoje o que sabemos? O que se sente? O que se traz em nós quando depois fazemos o trajeto de regresso que milhares de outros não puderam fazer?

John Rawls: a religião nos limites da razão

John Rawls: a religião nos limites da razão

John Rawls nasceu há pouco mais de 100 anos (21.2.1921) e A theory of justice, a sua obra mais conhecida e seguramente o mais importante tratado de filosofia política de todo o século XX, data de 1971. Duas datas que os amantes da liberdade e da democracia política têm abundantes razões para celebrar, mas quase despercebidas na imprensa e na pomposamente chamada academia, territórios onde a razão serena vem tendo evidente dificuldade em singrar.

Lembrar as vítimas do nazismo

Holocausto

Lembrar as vítimas do nazismo

27 de janeiro, a data em que o Exército Vermelho libertou Auschwitz, tornou-se o dia internacional em memória das vítimas do nazismo. Hoje quero lembrar Karl Stojka, e o seu aviso: “Não foi Hitler, nem Göring, nem Goebels, nem Himmler, nem nenhum desses quem me arrastou e espancou. Não. Foi o sapateiro, o vizinho, o leiteiro.”

Um testemunho inquietante (e necessário) de Primo Levi

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Eu estive lá! (Crónica de uma viagem ao inferno)

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Quando aludia ao meu desejo de visitar esse lugar, ouvia quase sempre os mesmos comentários: “Eu não iria! Não teria coragem. Que horror, acho que morreria ao ver aquilo!”. Mas esse era um sonho antigo, meu e do meu marido, pois ele também gostaria de ter podido ir Lá. Então, fui. Sem ele, a não ser no pensamento.

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Entrei pela primeira vez no Campo de Auschwitz, na Polónia, no passado dia 5 de maio. Na viagem de autocarro que começara na belíssima Cracóvia aumentava a minha ansiedade e não conseguia abstrair-me das minhas perguntas de há tantos anos: como se entra num lugar como aquele, sabendo hoje o que sabemos? O que se sente? O que se traz em nós quando depois fazemos o trajeto de regresso que milhares de outros não puderam fazer?

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John Rawls nasceu há pouco mais de 100 anos (21.2.1921) e A theory of justice, a sua obra mais conhecida e seguramente o mais importante tratado de filosofia política de todo o século XX, data de 1971. Duas datas que os amantes da liberdade e da democracia política têm abundantes razões para celebrar, mas quase despercebidas na imprensa e na pomposamente chamada academia, territórios onde a razão serena vem tendo evidente dificuldade em singrar.

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Últimas Notícias

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

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O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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