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Georgino Rocha um professor aluno

Georgino Rocha um professor aluno

O autor do livro Pedagogia do Oprimido, o pedagogo e andragogo Paulo Freire, escreveu: “Ninguém ensina ninguém, nós ensinamo-nos uns aos outros”. A frase é aplicável ao Professor Doutor Georgino Rocha. Nas aulas em que, na Universidade Católica Portuguesa (Porto), tive o prazer de ter como professor o padre Georgino, portador de uma visão moderna do que é uma “aula”, ele mostrava que sabia interagir com os seus alunos.

Georgino Rocha (1941-2023): paixão pela renovação e pelas missões

Padre de Aveiro morreu aos 82 anos

Georgino Rocha (1941-2023): paixão pela renovação e pelas missões

No livro “Ao Serviço da Fé na Sociedade Plural”, Georgino Rocha escreveu: “É indispensável atender à dimensão popular da salvação e ‘inventar’ caminhos de evangelização acessíveis. Há experiências bem alicerçadas e cheias de interesse pastoral. Deus quer salvar-nos como povo.” Movia-o a paixão pela renovação da Igreja feita a partir da base e capaz de entender os anseios da sociedade. Uma renovação que estava a “necessitar de novos impulsos”.

Igreja sinodal, a fé permeia a vida secular

Igreja sinodal, a fé permeia a vida secular

Numa perspectiva singular, o Papa Francisco observa: Fazer crescer uma cultura do encontro que supere as dialéticas que colocam um contra o outro. É um estilo de vida que tende a formar aquele poliedro que tem muitas faces, muitos lados, mas todos compõem uma unidade rica de matizes, porque “o todo é superior à parte”.

Hildegarda a dançar na Capela das Barrocas

Paróquia de Aveiro propõe programa cultural

Hildegarda a dançar na Capela das Barrocas

O espectáculo de dança Visão Hildegard, dirigido por Suzana Rosas, decorre a partir das 17h30 deste sábado, 29, na capela das Barrocas, em Aveiro. É a primeira de um conjunto de actividades culturais que, até final do ano, pretendem promover, nas diferentes igrejas da paróquia da Vera-Cruz, “o diálogo com a cultura e as novas linguagens, usando a linguagem da Igreja e do espaço sagrado”

Georgino Rocha um professor aluno

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O autor do livro Pedagogia do Oprimido, o pedagogo e andragogo Paulo Freire, escreveu: “Ninguém ensina ninguém, nós ensinamo-nos uns aos outros”. A frase é aplicável ao Professor Doutor Georgino Rocha. Nas aulas em que, na Universidade Católica Portuguesa (Porto), tive o prazer de ter como professor o padre Georgino, portador de uma visão moderna do que é uma “aula”, ele mostrava que sabia interagir com os seus alunos.

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No livro “Ao Serviço da Fé na Sociedade Plural”, Georgino Rocha escreveu: “É indispensável atender à dimensão popular da salvação e ‘inventar’ caminhos de evangelização acessíveis. Há experiências bem alicerçadas e cheias de interesse pastoral. Deus quer salvar-nos como povo.” Movia-o a paixão pela renovação da Igreja feita a partir da base e capaz de entender os anseios da sociedade. Uma renovação que estava a “necessitar de novos impulsos”.

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“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

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“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

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