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A “bricolage” espiritual e o catolicismo de Amália

Baptismo foi há 100 anos, no Fundão

A “bricolage” espiritual e o catolicismo de Amália

Olhos cerrados e voltados para o alto, mãos juntas como em oração, corpo direito e voltado para cima, uma voz interior e profunda. Nada disto se adivinhava ainda quando, a 6 de Julho de 1921 – faz nesta terça-feira 100 anos –, Amália Rodrigues foi baptizada na paróquia do Fundão. Mas mais tarde, quando o seu nome já se confundia com o de Portugal e com o próprio fado, ela leva “à consumação, à superação, a subjectivação do fado, a sua dimensão de interioridade”.

como se laços erguessem

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breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | Domingo XIII do Tempo Comum B | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 26 de Junho de 2021.
António Pedro Monteiro

o Deus que se põe na fila

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breve comentário aos textos bíblicos lidos em comunidade | fim do tempo de Natal – Baptismo de Jesus | Lisboa, 9 de Janeiro de 2021.
António Pedro Monteiro

As visitas curiosas à pia baptismal e o registo de nascimento de Amália no Fundão

A igreja paroquial do Fundão “tem tido algumas visitas” curiosas de ver a pia baptisma onde Amália Rodrigues foi baptizada. Uma curiosidade revelada pelo actual pároco, padre Hélder Lopes, que foi à procura do registo de nascimento da fadista, de quem a gora se completa 100 anos de nascimento:  6 de Julho de 1921, há 99 anos.

no princípio foste amado

no princípio foste amado

breve comentário bíblico e teológico | Baptismo de Jesus A | Hospital de Santa Marta, Lisboa, 11 de Janeiro de 2020.
António Pedro Monteiro

A água do Jordão não é benta

A água do Jordão não é benta

O rio Jordão e a Terra Santa tornaram-se nos últimos anos um importante centro de peregrinação religiosa para alguns sectores cristãos. Uma moda que se pode inserir no processo de judaização que está em curso.

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

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