Foi há pouco mais de um mês que o professor José Carlos da Silva Carvalho «mergulhou na vida invisível» (expressão do professor Jorge Teixeira da Cunha num artigo da Voz Portucalense). Partiu aos 55 anos. Nos primeiros tempos como docente, os seus alunos na Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (polo do Porto) chamavam-lhe o «puto maravilha» por articular a sua juventude com um brilho intelectual salutar. [Texto de Cátia Tuna]











