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Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

Inquérito 7MARGENS

Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

O clericalismo e a participação dos fieis leigos constituem os dois polos de problemáticas mais destacados pelos 629 respondentes ao inquérito sobre perceções acerca da sinodalidade, realizado pelo 7MARGENS entre os seus leitores, na única pergunta de resposta aberta que inquiria: “Para que a Igreja Católica seja mais sinodal que seria prioritário fazer?”.

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

[Justamente católica]

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

Em 2025, em resposta a um pedido para que houvesse mais mulheres em cargos de liderança e para a ordenação de mulheres como diáconos, o Papa Leão indicou que a «cultura» era um fator determinante. Ele não especificou qual a «cultura» que impedia a aceitação de mulheres como gestoras profissionais ou ministras ordenadas. A maior barreira contra as mulheres na Igreja atravessa todas as fronteiras territoriais. É a cultura do clericalismo. [Texto de Phyllis Zagano]

A Igreja ri? Há quem diga que sim!

Apresentação do livro

A Igreja ri? Há quem diga que sim!

“Uma Igreja que Ri” é um bom título! Título inesperado, que aponta para tema pouco explorado e que corre o risco de se apresentar como nada evangélico, porquanto nos torna logo a todos, aos crentes e aos não crentes, em descrentes convictos: mas a Igreja ri? Não se acredita!

Sim, o Vaticano sabia

[Olhar de teóloga]

Sim, o Vaticano sabia

“A dúvida que sempre pairou encontrou a resposta: sim, o Vaticano encobriu casos de abusos. Mentiu-se ao longo dos anos. As vítimas foram ocultadas, manipuladas e ignoradas, porque a Instituição tinha de manter o ‘bom nome’.” – A crónica da teóloga Cristina Inogés Sanz

Perguntas de um cristão inquieto

[À Margem]

Perguntas de um cristão inquieto

“O que temos visto e o que tem sido investigado põe em evidência uma relação entre as práticas abusivas e uma “cultura” clerical. Mas impõe-se a pergunta: que tem vindo a fazer a Igreja para combater e vencer o clericalismo? Que incentivos e ajudas têm recebido as comunidades para caminharem nessa direção?”

“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

Entre Margens

“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

“No caminho sinodal, por várias vezes, formal e informalmente, sentimo-nos balouçadas entre um passo em frente e dois atrás: uma frase de abertura do bispo de turno e uma declaração do Papa que fechava todas as possibilidades de diálogo. Os tempos não estão maduros para o diaconato: não estão maduros para quem? Que medos escondem estas resistências?” Uma reflexão de Patrizia Monte

Existe uma cultura clerical impedindo a sinodalidade

Existe uma cultura clerical impedindo a sinodalidade

O jornal Religion Digital  publicou, no início de fevereiro, uma interessante opinião sobre a sinodalidade. Num congresso realizado pela Rede Ecclesia in America, a teóloga Consuelo Vélez apelou “a realizar uma teologia intercultural para se poder falar, verdadeiramente, da Igreja sinodal” e aponta, decididamente, que “a sinodalidade, sem transformar o clericalismo, perpetua a estrutura” . [Texto de Joaquim Armindo].

Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

Inquérito 7MARGENS

Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

O clericalismo e a participação dos fieis leigos constituem os dois polos de problemáticas mais destacados pelos 629 respondentes ao inquérito sobre perceções acerca da sinodalidade, realizado pelo 7MARGENS entre os seus leitores, na única pergunta de resposta aberta que inquiria: “Para que a Igreja Católica seja mais sinodal que seria prioritário fazer?”.

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

[Justamente católica]

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Em 2025, em resposta a um pedido para que houvesse mais mulheres em cargos de liderança e para a ordenação de mulheres como diáconos, o Papa Leão indicou que a «cultura» era um fator determinante. Ele não especificou qual a «cultura» que impedia a aceitação de mulheres como gestoras profissionais ou ministras ordenadas. A maior barreira contra as mulheres na Igreja atravessa todas as fronteiras territoriais. É a cultura do clericalismo. [Texto de Phyllis Zagano]

A Igreja ri? Há quem diga que sim!

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A Igreja ri? Há quem diga que sim!

“Uma Igreja que Ri” é um bom título! Título inesperado, que aponta para tema pouco explorado e que corre o risco de se apresentar como nada evangélico, porquanto nos torna logo a todos, aos crentes e aos não crentes, em descrentes convictos: mas a Igreja ri? Não se acredita!

Sim, o Vaticano sabia

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Sim, o Vaticano sabia

“A dúvida que sempre pairou encontrou a resposta: sim, o Vaticano encobriu casos de abusos. Mentiu-se ao longo dos anos. As vítimas foram ocultadas, manipuladas e ignoradas, porque a Instituição tinha de manter o ‘bom nome’.” – A crónica da teóloga Cristina Inogés Sanz

Perguntas de um cristão inquieto

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“O que temos visto e o que tem sido investigado põe em evidência uma relação entre as práticas abusivas e uma “cultura” clerical. Mas impõe-se a pergunta: que tem vindo a fazer a Igreja para combater e vencer o clericalismo? Que incentivos e ajudas têm recebido as comunidades para caminharem nessa direção?”

“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

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“Caminho sinodal e mulheres: estamos satisfeitas? Não!”

“No caminho sinodal, por várias vezes, formal e informalmente, sentimo-nos balouçadas entre um passo em frente e dois atrás: uma frase de abertura do bispo de turno e uma declaração do Papa que fechava todas as possibilidades de diálogo. Os tempos não estão maduros para o diaconato: não estão maduros para quem? Que medos escondem estas resistências?” Uma reflexão de Patrizia Monte

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Últimas Notícias

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Das cantigas de amigo à vinha

[Metáforas vivas]

Das cantigas de amigo à vinha novidade

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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