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Dois personagens, um espaço, uma exposição

“O valor simbólico da sacristia”

Dois personagens, um espaço, uma exposição

O Museu Nacional Machado de Castro continua apostado em ancorar algumas das propostas que nos faz «nas “funções fundamentais dos museus”[2], como sejam a preservação do património, a investigação|estudo dos acervos, a comunicação (interpretação e disseminação ativa do conhecimento sobre as coleções) e a educação». Propõe-nos, desta vez, e até 31 de dezembro, uma revisitação d’O Valor Simbólico da Sacristia, centrando o olhar no conjunto de painéis sobre madeira que Simão Rodrigues executou, nos alvores do século XVII, para a nova sacristia da Sé Velha, mandada construir havia poucos anos por D. Afonso de Castelo Branco, então bispo de Coimbra. (João Marujo)

Seminário de Coimbra promove concerto “pela paz e pela união dos povos”

Dia 11 de setembro

Seminário de Coimbra promove concerto “pela paz e pela união dos povos”

O Seminário Maior de Coimbra vai assinalar na próxima segunda-feira, 11 de setembro, o sétimo aniversário da sua “comunidade das 11”, com um Concerto Solidário pela Paz e pela União dos Povos, protagonizado pela Orquestra Clássica do Centro. A entrada é livre, mas é necessária inscrição prévia, e todos são convidados a fazer um donativo para apoiar as obras em curso de reabilitação do espaço.

“Queríamos que o seminário fosse uma casa aberta à cidade”

Entrevista ao reitor do Seminário de Coimbra

“Queríamos que o seminário fosse uma casa aberta à cidade”

Pode um seminário ter vida quase três séculos após o início da sua construção? Acolher concertos, exposições, apresentações de livros, reuniões empresariais? Ter tanta gente nas missas de domingo que não caibam na igreja e se torne necessário celebrar nos seus jardins? E ainda ser um dos “spots” preferidos dos adolescentes da cidade para tirar fotos que de imediato “postam” com orgulho no seu perfil de Instagram? A resposta seria absolutamente negativa, não fosse o Seminário Maior de Coimbra a exceção que confirma a regra.

Do carmelo à prisão, em mãos ou de avião, os símbolos da JMJ vão tornar esta Páscoa “ainda mais especial”

Na diocese de Coimbra

Do carmelo à prisão, em mãos ou de avião, os símbolos da JMJ vão tornar esta Páscoa “ainda mais especial”

Chegaram de comboio, vindos de Aveiro, e foram recebidos em clima de grande entusiasmo por “milhares e milhares” de pessoas em Coimbra, no passado domingo, 2 de abril. A Cruz Peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), permanecerão nesta diocese até 30 de abril e, ao longo dos próximos dias, a sua presença promete tornar as celebrações pascais “ainda mais especiais”.

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A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

[Entre Margens]

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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