Comungar obrigatoriamente na mão obrigar-nos-á a cuidar mais da reverência interior em relação ao sacramento, a termos mais atenção ao gesto, à própria limpeza das mãos. Levar-nos-á talvez a fazer mais atos de reparação e de louvor, por aqueles (às vezes nós) mais desatentos ou rotinizados. Mas não fará de nós mais ou menos pecadores do que éramos comungando na boca.





