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Perseguição às mulheres bahá’ís no Irão intensifica-se

“Escalada alarmante”

Perseguição às mulheres bahá’ís no Irão intensifica-se

Detenções, julgamentos, penas de prisão, convocatórias, buscas domiciliárias, arrestos de bens, destruição de cemitérios, recusa de enterros, encerramento de empresas ou impedimento de acesso à educação. São alguns exemplos do fenómeno persecutório a que a comunidade bahá’í, com especial incidência nas mulheres, tem estado sujeita no Irão desde, sobretudo, a manifestação de apoio às mulheres iranianas em 2022. Mais de três quartos dos bahá’ís chamados a tribunal ou enviados para a prisão desde o início de março são mulheres.

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Em memória das "dez mulheres de Shiraz"

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.

Bahá’is sofrem nova vaga de buscas domiciliárias e detenções no Irão

Repressão intensifica-se

Bahá’is sofrem nova vaga de buscas domiciliárias e detenções no Irão

As forças de segurança iranianas invadiram na semana passada, sem apresentar qualquer justificação, as casas de mais de 20 bahá’is e, após agredi-los física e verbalmente, levaram pelo menos 19 sob custódia, desconhecendo-se o seu paradeiro. Estas “detenções e buscas domiciliárias confirmam os receios crescentes de que o governo do Irão tenha redobrado a sua repressão à comunidade bahá’í perseguida” no país, denuncia a Comunidade Internacional Bahá’í.

Estas lutas infrutíferas, estas guerras ruinosas…

Estas lutas infrutíferas, estas guerras ruinosas…

Já não bastava a guerra que se prolonga na Ucrânia. Agora temos outra guerra na Terra Santa. E nos meios de comunicação, nas redes sociais surgiu uma nova avalanche de notícias, imagens e comentários sobre este conflito. Foi a barbárie dos massacres de 7 de outubro, é a violência dos combates que se têm seguido, é o sofrimento e o desespero de todos os inocentes; tudo isto nos perturba. (Marco Oliveira).

Comunidade Bahá’i denuncia “hipocrisia” e “desrespeito” do Presidente iraniano na ONU

Perseguição dura há 44 anos

Comunidade Bahá’i denuncia “hipocrisia” e “desrespeito” do Presidente iraniano na ONU

Quem ouvir o discurso que o Presidente iraniano, Ebrahim Raisi, fez na semana passada na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, mostrando o Alcorão, defendendo a igualdade e apelando ao respeito pelas religiões em todo o mundo e à não violência, poderá ser levado a pensar que o pais está finalmente no bom caminho quanto ao respeito pelas minorias religiosas. Infelizmente, não é o caso, alerta a Comunidade Bahá’i Internacional (BIC, na sigla inglesa), para quem “a hipocrisia de tirar o fôlego do governo iraniano deve ser denunciada. Se o governo iraniano acredita que todas as pessoas são iguais, porque tem perseguido sistematicamente a comunidade bahá’í do Irão durante os últimos 44 anos?”, questionam.

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Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

[Entre Margens]

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Não sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].

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