Detenções, julgamentos, penas de prisão, convocatórias, buscas domiciliárias, arrestos de bens, destruição de cemitérios, recusa de enterros, encerramento de empresas ou impedimento de acesso à educação. São alguns exemplos do fenómeno persecutório a que a comunidade bahá’í, com especial incidência nas mulheres, tem estado sujeita no Irão desde, sobretudo, a manifestação de apoio às mulheres iranianas em 2022. Mais de três quartos dos bahá’ís chamados a tribunal ou enviados para a prisão desde o início de março são mulheres.











