O jovem padre trabalhava em prol da reconciliação na região, num contexto de forte tensão entre o exército governamental, mercenários russos ligados ao grupo Wagner e diferentes grupos armados que disputam o controlo do território.
Espiral de violência
Assassinado padre que trabalhava pela paz na República Centro-AfricanaO jovem padre trabalhava em prol da reconciliação na região, num contexto de forte tensão entre o exército governamental, mercenários russos ligados ao grupo Wagner e diferentes grupos armados que disputam o controlo do território.
Após ataques e retaliações
Conselho Mundial de Igrejas pede a Índia e Paquistão que “deem prioridade à paz”O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), órgão que representa 352 Igrejas cristãs de mais de 120 países, instou a Índia e o Paquistão a “quebrar o ciclo de violência e escolher a paz”, depois de uma série de ataques e retaliações entre ambas as nações ter provocado já dezenas de mortos ao longo dos últimos dois dias.
Com crise humanitária a agravar-se
Igrejas cristãs prosseguem esforços para restaurar paz no CongoNo meio da violência em curso, que já fez perto de oito milhões de deslocados internos, uma delegação conjunta da Conferência Episcopal Nacional do Congo (CENCO) e da Igreja de Cristo no Congo (ECC) está a realizar encontros de alto nível para envolver todas as partes no seu “Pacto Social para a Paz e a Coexistência na República Democrática do Congo e na Região dos Grandes Lagos”. O documento foi assinado em janeiro, e as Igrejas não desistem de levá-lo à prática.
Novo relatório da UNICEF
Número de crianças a viver em zonas de conflito quase duplicouO mundo regista atualmente o maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial e a percentagem de crianças que vivem em zona afetadas pelos mesmos praticamente duplicou, de 10% na década de 1990 para quase 19% neste início de ano, tendo ultrapassado os 473 milhões. O alerta é dado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no seu mais recente estudo, que acaba de ser divulgado.
Entrevista ao 7MARGENS
Irmã Houda Fadoul: “Sonhamos construir uma nova Síria: aberta, livre, justa… onde todos vivam em harmonia”Houda Fadoul nasceu em Damasco, há 60 anos, e desde os 29 que vive no mosteiro Deir Mar Musa, em pleno deserto, cerca de 80 quilómetros a norte da sua cidade natal. Ali, integra a pequena comunidade monástica do rito sírio-católico fundada pelo padre jesuíta italiano Paolo Dall’Oglio, que quis fazer dela um farol de esperança numa terra em conflito. Em entrevista ao 7MARGENS, fala da sua experiência no Sínodo, da paixão pelo diálogo inter-religioso e da esperança que tem numa nova Síria.
ONG alertam
Nove anos de conflito no Iémen deixam milhões em sofrimentoPor ocasião dos nove anos do conflito armado no Iémen, que eclodiu em março de 2015, a organização Amnistia Internacional (AI) lembra que “milhões de iemenitas continuam a sofrer”, e salienta que este Estado africano “continua a viver uma das piores crises humanitárias do mundo. De acordo com dados do Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), há hoje cerca de 4,56 milhões de pessoas deslocadas devido ao conflito e mais de 70 mil refugiados e requerentes de asilo”.
Situação sem precedentes
ONU pede pausa humanitária no Sudão para evitar “fome catastrófica”As projeções feitas no verão eram desanimadoras, mas a realidade revelou-se ainda pior do que o previsto: cerca de 18 milhões de pessoas já enfrentam fome aguda no Sudão, um número que corresponde ao dobro do registado no mesmo período do ano anterior, e que supera a estimativa de 15 milhões feita na avaliação de agosto. O diretor nacional do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU no Sudão, Eddie Rowe, apela a uma pausa humanitária e ao acesso irrestrito da ajuda para evitar uma catástrofe de fome no país.
ONU e várias ONG alertam
Sudão: a “pior, mais complexa e mais cruel catástrofe humanitária que vemos hoje no mundo”Quanto custa a inação da comunidade internacional? O povo sudanês sabe exatamente qual é o preço. Em apenas cinco meses de conflito no seu país, já pagou com pelo menos cinco mil mortos, mais de 12 mil feridos, mais de sete milhões de deslocados e seis milhões em risco de morrer à fome.
Espiral de violência
Assassinado padre que trabalhava pela paz na República Centro-AfricanaO jovem padre trabalhava em prol da reconciliação na região, num contexto de forte tensão entre o exército governamental, mercenários russos ligados ao grupo Wagner e diferentes grupos armados que disputam o controlo do território.
Após ataques e retaliações
Conselho Mundial de Igrejas pede a Índia e Paquistão que “deem prioridade à paz”O Conselho Mundial de Igrejas (CMI), órgão que representa 352 Igrejas cristãs de mais de 120 países, instou a Índia e o Paquistão a “quebrar o ciclo de violência e escolher a paz”, depois de uma série de ataques e retaliações entre ambas as nações ter provocado já dezenas de mortos ao longo dos últimos dois dias.
Com crise humanitária a agravar-se
Igrejas cristãs prosseguem esforços para restaurar paz no CongoNo meio da violência em curso, que já fez perto de oito milhões de deslocados internos, uma delegação conjunta da Conferência Episcopal Nacional do Congo (CENCO) e da Igreja de Cristo no Congo (ECC) está a realizar encontros de alto nível para envolver todas as partes no seu “Pacto Social para a Paz e a Coexistência na República Democrática do Congo e na Região dos Grandes Lagos”. O documento foi assinado em janeiro, e as Igrejas não desistem de levá-lo à prática.
Novo relatório da UNICEF
Número de crianças a viver em zonas de conflito quase duplicouO mundo regista atualmente o maior número de conflitos desde a Segunda Guerra Mundial e a percentagem de crianças que vivem em zona afetadas pelos mesmos praticamente duplicou, de 10% na década de 1990 para quase 19% neste início de ano, tendo ultrapassado os 473 milhões. O alerta é dado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no seu mais recente estudo, que acaba de ser divulgado.
Entrevista ao 7MARGENS
Irmã Houda Fadoul: “Sonhamos construir uma nova Síria: aberta, livre, justa… onde todos vivam em harmonia”Houda Fadoul nasceu em Damasco, há 60 anos, e desde os 29 que vive no mosteiro Deir Mar Musa, em pleno deserto, cerca de 80 quilómetros a norte da sua cidade natal. Ali, integra a pequena comunidade monástica do rito sírio-católico fundada pelo padre jesuíta italiano Paolo Dall’Oglio, que quis fazer dela um farol de esperança numa terra em conflito. Em entrevista ao 7MARGENS, fala da sua experiência no Sínodo, da paixão pelo diálogo inter-religioso e da esperança que tem numa nova Síria.
ONG alertam
Nove anos de conflito no Iémen deixam milhões em sofrimentoPor ocasião dos nove anos do conflito armado no Iémen, que eclodiu em março de 2015, a organização Amnistia Internacional (AI) lembra que “milhões de iemenitas continuam a sofrer”, e salienta que este Estado africano “continua a viver uma das piores crises humanitárias do mundo. De acordo com dados do Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), há hoje cerca de 4,56 milhões de pessoas deslocadas devido ao conflito e mais de 70 mil refugiados e requerentes de asilo”.
Situação sem precedentes
ONU pede pausa humanitária no Sudão para evitar “fome catastrófica”As projeções feitas no verão eram desanimadoras, mas a realidade revelou-se ainda pior do que o previsto: cerca de 18 milhões de pessoas já enfrentam fome aguda no Sudão, um número que corresponde ao dobro do registado no mesmo período do ano anterior, e que supera a estimativa de 15 milhões feita na avaliação de agosto. O diretor nacional do Programa Mundial de Alimentos (PMA) da ONU no Sudão, Eddie Rowe, apela a uma pausa humanitária e ao acesso irrestrito da ajuda para evitar uma catástrofe de fome no país.
ONU e várias ONG alertam
Sudão: a “pior, mais complexa e mais cruel catástrofe humanitária que vemos hoje no mundo”Quanto custa a inação da comunidade internacional? O povo sudanês sabe exatamente qual é o preço. Em apenas cinco meses de conflito no seu país, já pagou com pelo menos cinco mil mortos, mais de 12 mil feridos, mais de sete milhões de deslocados e seis milhões em risco de morrer à fome.
In Memoriam
Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração novidadeHá vidas tão belas, tão ricas e tão bem preenchidas que a sua morte, apesar e além da profunda tristeza que suscita, consegue ao mesmo tempo segregar o perfume de um profundo êxito. É o caso de Walter Osswald [cientista e professor universitário, que morreu no passado dia 22 de setembro, dois dias depois de ter completado 98 anos].
Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidadeO Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Brasil, Religião e Poder]
Nossa Senhora e as trincheiras da campanha eleitoral brasileiraA controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida mostra a dificuldade, cada vez maior, do Estado brasileiro de separar a mediação jurídica das identidades políticas e religiosas que cercam seus protagonistas
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinasNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
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