Aprender a olhar para as insignificâncias

  O António Lobo Antunes acaba por dizer, num dos seus textos, que terminar uma crónica é fácil: “Põe-se o ponto final e deixa-se o resto da página em branco, pronto.” Cá para mim escrever crónicas é a maneira mais dolorosa de dar significado ao insignificante. A...

O que fazer dos nossos livros?

  Sou uma leitora (e compradora) compulsiva de livros e tenho perante eles um sentido burguês de posse. Confesso que não gosto de os emprestar, e embora o faça muitas vezes fico particularmente afectada quando eles me são devolvidos com páginas dobradas ou com...

Alma de pobres (II)

  Continuo com a reflexão a partir de As Sandálias do Pescador, de Morris West. Fico agora com a figura de David Telemond, o sacerdote que Kiril escolhe como secretário, apesar da sua obra teológica estar a ser submetida a revisão. Por certo, Kiril não favorecerá...

O que sabemos dos nossos refugiados?

  “Os refugiados, atirados de país em país, representam a vanguarda dos seus povos.” Hannah Arendt [1]   A guerra da Ucrânia, como todas as guerras, teve/tem como consequência um número cada vez maior de pessoas que dela fogem, predominantemente...

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