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Que em todos os anos da vida o Natal se lembre de vir na hora certa.

Que em todos os anos da vida o Natal se lembre de vir na hora certa.

É bom que seja quase Natal. Com frio, de preferência. Esse quase que vamos degustando à espera dos sabores e da gente que há de chegar. Que em todos os anos da vida o Natal se lembre de vir na hora certa. No Centro, onde estão a minha avó Carminda e a minha tia-avó Rosa, era dia de tirar as fotos em volta da árvore.

Cuidar é um acto de Amor

Cuidar é um acto de Amor

Nos primórdios cuidar significava “tomar conta”, garantir a continuidade da vida. A prestação de cuidados não pertencia a nenhuma profissão em particular, dizia respeito a qualquer um que a executasse na tentativa de aliviar o sofrimento e evitar a morte, no sentido de curar ou tratar. [Texto de Sandra Vicente].

Cuidar do outro com humanidade

Cuidar do outro com humanidade

A geração nascida em meados do século passado foi ensinada a respeitar os mais velhos, a escutá-los e seguir os seus ensinamentos, dada a sua condição de anciãos e, por tal, sabedores daquilo que é melhor para a família, para cada comunidade e para a sociedade em geral. Era assim que se preparavam as novas gerações para aprenderem a respeitar o outro, os seus pais, irmãos e avós, cuidando deles e uns dos outros, desde a nascença até à morte. [Texto de Caseiro Marques]

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

[A escuta que cura – 1]

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

A partir de hoje, e sempre no primeiro domingo de cada mês, o 7MARGENS publica um conjunto de sete textos sobre a escuta, preparados por voluntários do Gabinete de Escuta, de Lisboa. “Cuidar pode traduzir-se na atenção ao outro, na empatia pelas suas necessidades, na promoção do seu bem-estar, dar de si, partilhar, interdepender.”

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

Voluntários do GEscuta são autores

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

“Vivemos numa época em que proliferam as redes sociais e se têm centenas, para não dizer milhares, de ‘amigos’” mas, “apesar de estarmos aparentemente cada vez mais rodeados de pessoas, nunca estivemos tão sós”. A afirmação de Sandra Chaves Costa, voluntária e coordenadora do GEscuta (Gabinete de Escuta), dá o contexto para a série de artigos que, a partir deste domingo, o 7MARGENS publicará, da autoria de diversos voluntários do GEscuta, de Lisboa.

Desbloqueia a tua paróquia

Desbloqueia a tua paróquia

Temos de apostar seriamente na transformação das nossas paróquias, e com isto, criar uma cultura de paróquia. Deixarmos uma cultura de manutenção e passarmos a uma cultura virada para a missão. Não podemos continuar, apenas e só, a cuidar do rebanho, é fundamental irmos atrás da ovelha perdida, dos que estão fora. Este é um trabalho árduo que se chama Nova Evangelização.

Lembra-te que a cama é o altar…

Lembra-te que a cama é o altar…

Talvez por uma fixação mediática, o celibato tornou-se o tema monocromático quando se aborda o sacerdócio ministerial. Parece-me, sendo assim, que se cai num reducionismo colossal, na medida em que, e olhando para outras Igrejas e confissões religiosas em que os animadores das comunidades não são celibatários, encontramos frequentemente as mesmas questões que se colocam na Igreja Católica.

Cuidar dos mais idosos – um retrato cinzento

Cuidar dos mais idosos – um retrato cinzento

Nesta altura do ano, os jovens ocupam o palco da nossa vida social. Numerosos concertos e festivais, onde a música é rainha, organizados pelo país fora, reúnem os jovens em enormes multidões ao redor dos seus fãs. Não importa o preço das entradas para os verem e aplaudirem, em radioso delírio. É vê-los, em longas filas, de manhã à noite, a aguardar por um bilhete que lhes garanta o melhor lugar no espectáculo.

Que em todos os anos da vida o Natal se lembre de vir na hora certa.

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É bom que seja quase Natal. Com frio, de preferência. Esse quase que vamos degustando à espera dos sabores e da gente que há de chegar. Que em todos os anos da vida o Natal se lembre de vir na hora certa. No Centro, onde estão a minha avó Carminda e a minha tia-avó Rosa, era dia de tirar as fotos em volta da árvore.

Cuidar é um acto de Amor

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Nos primórdios cuidar significava “tomar conta”, garantir a continuidade da vida. A prestação de cuidados não pertencia a nenhuma profissão em particular, dizia respeito a qualquer um que a executasse na tentativa de aliviar o sofrimento e evitar a morte, no sentido de curar ou tratar. [Texto de Sandra Vicente].

Cuidar do outro com humanidade

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A geração nascida em meados do século passado foi ensinada a respeitar os mais velhos, a escutá-los e seguir os seus ensinamentos, dada a sua condição de anciãos e, por tal, sabedores daquilo que é melhor para a família, para cada comunidade e para a sociedade em geral. Era assim que se preparavam as novas gerações para aprenderem a respeitar o outro, os seus pais, irmãos e avós, cuidando deles e uns dos outros, desde a nascença até à morte. [Texto de Caseiro Marques]

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

[A escuta que cura – 1]

Cuidar de mim é o primeiro passo para melhor cuidar dos outros

A partir de hoje, e sempre no primeiro domingo de cada mês, o 7MARGENS publica um conjunto de sete textos sobre a escuta, preparados por voluntários do Gabinete de Escuta, de Lisboa. “Cuidar pode traduzir-se na atenção ao outro, na empatia pelas suas necessidades, na promoção do seu bem-estar, dar de si, partilhar, interdepender.”

“A escuta que cura”: uma série de textos no 7MARGENS

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“Vivemos numa época em que proliferam as redes sociais e se têm centenas, para não dizer milhares, de ‘amigos’” mas, “apesar de estarmos aparentemente cada vez mais rodeados de pessoas, nunca estivemos tão sós”. A afirmação de Sandra Chaves Costa, voluntária e coordenadora do GEscuta (Gabinete de Escuta), dá o contexto para a série de artigos que, a partir deste domingo, o 7MARGENS publicará, da autoria de diversos voluntários do GEscuta, de Lisboa.

Desbloqueia a tua paróquia

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Temos de apostar seriamente na transformação das nossas paróquias, e com isto, criar uma cultura de paróquia. Deixarmos uma cultura de manutenção e passarmos a uma cultura virada para a missão. Não podemos continuar, apenas e só, a cuidar do rebanho, é fundamental irmos atrás da ovelha perdida, dos que estão fora. Este é um trabalho árduo que se chama Nova Evangelização.

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[Entre o quadro e o mundo (32)]

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