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Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

Porque preferimos um Deus previsível?

Há uma pergunta que raramente formulamos, mas que talvez diga muito sobre a nossa forma de acreditar: e se o maior obstáculo à fé não for a dificuldade em acreditar em Deus, mas a facilidade com que imaginamos quem Ele deve ser? [Texto de Dália Fernandes]

Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

O Jesus que desiludiu os seus seguidores

«Jesus, sabendo que viriam buscá-lo para o fazer rei, retirou-se novamente sozinho para o monte» (João 6:15). Talvez poucos passos dos Evangelhos revelem tão claramente a distância entre aquilo que as pessoas esperavam de Jesus e aquilo que Jesus entendia ser a sua missão. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

“Tinham tudo em comum”… até surgirem os conflitos

“A história das primeiras comunidades cristãs recorda-nos que o Evangelho nunca floresceu em sociedades perfeitas. Nasceu no meio de conflitos, tensões e imperfeições humanas. Talvez seja precisamente aí que reside a sua força.” – A reflexão da historiadora Dália Fernandes

Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

Antes de apontar o dedo

Há frases de Jesus que parecem simples até ao dia em que nos atingem pessoalmente. «Não julgueis, para não serdes julgados» (Mt 7,1). Sempre a escutei como um apelo à tolerância. Mas, ao reler o texto com atenção, percebi que não se trata apenas de tolerância, trata-se de uma conversão do olhar. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

Quem salva: Cristo ou a Igreja?

A afirmação «fora da Igreja não há salvação» permanece viva no imaginário cristão, muitas vezes repetida sem atenção ao seu contexto histórico ou ao seu alcance teológico. A frase soa categórica e parece colocar a Igreja como condição necessária e exclusiva da salvação. Mas será esta, de facto, a perspetiva dos textos bíblicos e da tradição cristã mais antiga? A pergunta impõe-se: quem salva, Cristo ou a Igreja? [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

O cristianismo que começou dividido

O cristianismo não nasceu unido. As primeiras comunidades que seguiram Jesus de Nazaré formaram um movimento diverso, tenso e em construção. A fé em Cristo reunia, mas também dividia. Desde o início, a Igreja nascente teve de lidar com a difícil tarefa de conciliar a fidelidade às raízes judaicas com a abertura universal que o Evangelho anunciava. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

Entre Margens

Ser cristão: entre o templo e o caminho

O que significa, hoje, ser cristão? A pergunta, aparentemente simples, revela uma inquietação profunda. Muitos identificam o cristão com quem pertence a uma igreja – católica, evangélica, ortodoxa, ou outra – como se a fé se medisse pelo templo que frequentamos ou pela denominação que defendemos. Mas ser cristão é mais do que seguir uma instituição religiosa: é seguir uma pessoa. E essa pessoa é Jesus de Nazaré. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

[Entre Margens]

Porque preferimos um Deus previsível?

Há uma pergunta que raramente formulamos, mas que talvez diga muito sobre a nossa forma de acreditar: e se o maior obstáculo à fé não for a dificuldade em acreditar em Deus, mas a facilidade com que imaginamos quem Ele deve ser? [Texto de Dália Fernandes]

Porque preferimos um Deus previsível?

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O Jesus que desiludiu os seus seguidores

«Jesus, sabendo que viriam buscá-lo para o fazer rei, retirou-se novamente sozinho para o monte» (João 6:15). Talvez poucos passos dos Evangelhos revelem tão claramente a distância entre aquilo que as pessoas esperavam de Jesus e aquilo que Jesus entendia ser a sua missão. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

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“Tinham tudo em comum”… até surgirem os conflitos

“A história das primeiras comunidades cristãs recorda-nos que o Evangelho nunca floresceu em sociedades perfeitas. Nasceu no meio de conflitos, tensões e imperfeições humanas. Talvez seja precisamente aí que reside a sua força.” – A reflexão da historiadora Dália Fernandes

Porque preferimos um Deus previsível?

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Antes de apontar o dedo

Há frases de Jesus que parecem simples até ao dia em que nos atingem pessoalmente. «Não julgueis, para não serdes julgados» (Mt 7,1). Sempre a escutei como um apelo à tolerância. Mas, ao reler o texto com atenção, percebi que não se trata apenas de tolerância, trata-se de uma conversão do olhar. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

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Quem salva: Cristo ou a Igreja?

A afirmação «fora da Igreja não há salvação» permanece viva no imaginário cristão, muitas vezes repetida sem atenção ao seu contexto histórico ou ao seu alcance teológico. A frase soa categórica e parece colocar a Igreja como condição necessária e exclusiva da salvação. Mas será esta, de facto, a perspetiva dos textos bíblicos e da tradição cristã mais antiga? A pergunta impõe-se: quem salva, Cristo ou a Igreja? [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

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O cristianismo que começou dividido

O cristianismo não nasceu unido. As primeiras comunidades que seguiram Jesus de Nazaré formaram um movimento diverso, tenso e em construção. A fé em Cristo reunia, mas também dividia. Desde o início, a Igreja nascente teve de lidar com a difícil tarefa de conciliar a fidelidade às raízes judaicas com a abertura universal que o Evangelho anunciava. [Texto de Dália Fernandes].

Porque preferimos um Deus previsível?

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Ser cristão: entre o templo e o caminho

O que significa, hoje, ser cristão? A pergunta, aparentemente simples, revela uma inquietação profunda. Muitos identificam o cristão com quem pertence a uma igreja – católica, evangélica, ortodoxa, ou outra – como se a fé se medisse pelo templo que frequentamos ou pela denominação que defendemos. Mas ser cristão é mais do que seguir uma instituição religiosa: é seguir uma pessoa. E essa pessoa é Jesus de Nazaré. [Texto de Dália Fernandes].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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