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Papa desafia Humanidade a aprender com a História e caminhar em conjunto

Mensagem para o Dia Mundial da Paz

Papa desafia Humanidade a aprender com a História e caminhar em conjunto

O Papa desafia a Humanidade inteira a, passados três anos sobre o início da pandemia de covid-19, parar e colocar a questão: “O que é que aprendemos com esta situação?”. Na sua mensagem para o 56º Dia Mundial da Paz, que se assinala a 1 de janeiro, Francisco deixa já a sua resposta: “é juntos, na fraternidade e solidariedade, que construímos a paz, garantimos a justiça, superamos os acontecimentos mais dolorosos”.

O que têm dito os papas sobre a paz

Debate e oração no Rato, em Lisboa

O que têm dito os papas sobre a paz

As mensagens dos Papas para o Dia Mundial da Paz é o tema da intervenção do padre Peter Stilwell neste sábado, 3 de Dezembro (Capela do Rato, em Lisboa, 19h), numa iniciativa integrada nas celebrações dos 50 anos da vigília de oração pela paz que teve lugar naquela capela, quando um grupo de católicos quis permanecer em oração durante 48 horas, em reflexão sobre a paz e contra a guerra colonial.

2022: aprender a construir a paz

2022: aprender a construir a paz

A Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz de 2022 é expressão de um momento muito forte que atravessamos, numa transição de incerteza e perplexidade. Guerras e conflitos, pandemias, doenças, alterações climáticas, degradação ambiental, fome e sede, consumismo, individualismo, em lugar de partilha solidária – eis o conjunto de preocupações que dominam este início de 2022. Nestes termos, o Papa propõe-nos três caminhos para uma Paz duradoura.

Investir na educação e não nas armas, pede o Papa

Mensagem para Dia Mundial da Paz

Investir na educação e não nas armas, pede o Papa

O Papa afirma, na sua mensagem para o Dia Mundial da Paz 2022 (a celebrar no próximo 1 de Janeiro), que os Estados devem investir mais na educação em vez de reforçar arsenais militares. “Nos últimos anos, diminuiu sensivelmente a nível mundial o orçamento para a instrução e a educação, vistas mais como despesas do que como investimentos.”

Cuidado e dignidade humana

Cuidado e dignidade humana

Quando se pede que nos protejamos e protejamos os outros, estamos, a um tempo, a apelar para que privilegiemos o valor da sobriedade e para que façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para pôr em comum o que pode ajudar-nos a todos. Temos de criar condições no tempo próprio para que voltemos a estar próximos, a olhar-nos nos olhos e a evidenciar os nossos afetos. Mas temos de dar tempo ao tempo e preparar-nos com ponderação e bom senso, usando o cuidado como fator de humanidade.

Cuidar para que haja paz

Cuidar para que haja paz

Cuidar é um imperativo ético que envolve a pessoa toda. Exige relação fundamentada na empatia e numa atenção ao outro em todos os aspetos da sua condição de ser e de bem-estar global. Cuidar torna-se numa relação profundamente interpessoal. Para assim ser, tem de estar envolta em permanente e perfeito humanismo. Trata-se, por isso, de uma relação muito exigente.

Papa desafia Humanidade a aprender com a História e caminhar em conjunto

Mensagem para o Dia Mundial da Paz

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2022: aprender a construir a paz

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Cuidado e dignidade humana

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Quando se pede que nos protejamos e protejamos os outros, estamos, a um tempo, a apelar para que privilegiemos o valor da sobriedade e para que façamos tudo o que estiver ao nosso alcance para pôr em comum o que pode ajudar-nos a todos. Temos de criar condições no tempo próprio para que voltemos a estar próximos, a olhar-nos nos olhos e a evidenciar os nossos afetos. Mas temos de dar tempo ao tempo e preparar-nos com ponderação e bom senso, usando o cuidado como fator de humanidade.

Cuidar para que haja paz

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Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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