O país viveu o agosto mais negro de sempre. O fogo consumiu tudo: vidas, casas, bens, culturas… O desordenamento do território transformou a floresta num inimigo assassino. As comunidades religiosas tentaram, à sua maneira, apoiar os mais atingidos, oferecendo acolhimento e apoios. Porém, a tragédia não suscitou vozes exigindo cuidar da nossa casa comum. O silêncio da Igreja Católica foi clamoroso. Tal como agora é tímido, ou mesmo inexistente, o seu programa para celebrar o Tempo da Criação que se inicia amanhã, dia 1 de setembro.












