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Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

[Entre Margens]

Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

Este tempo de guerras, mortes e da Paixão e morte de Jesus Cristo, convida a buscar sentido de vida. As diferenças das pessoas dominam mais que a igualdade: uma escreve uma linha; outra, uma página. Esta, nada. Aquela diz uma palavra, esta explica em longa conversa o que outra diria em dez segundos e outra fala até cansar quem a ouve. [Texto de Aires Gameiro].

Silêncio cúmplice ou voz incómoda?

[Entre Margens]

Silêncio cúmplice ou voz incómoda?

Sempre que a Igreja Católica se pronuncia sobre temas sociais ou políticos em Portugal, repete-se o mesmo refrão: “A Igreja não deve meter-se na política.” A frase surge tanto de sectores laicistas como, curiosamente, de alguns católicos incomodados. Mas talvez a pergunta esteja mal colocada. A questão não é se a Igreja deve falar de política, mas se pode deixar de falar quando está em causa a dignidade da pessoa humana. [Texto de Sérgio Carvalho].

Ressurreição ou silêncio absoluto?

Entre Margens

Ressurreição ou silêncio absoluto?

Estará o ser humano destinado à eternidade ou a sua existência conclui-se com o último suspiro? Somos “seres para a morte” (Heidegger) ou, pelo contrário, a nossa existência está votada à vida? Tanto numa como na outra interpretação da natureza do ser humano, não está apenas em causa o fim natural da vida biológica, mas a forma como equacionamos a totalidade da nossa existência. [Texto de Jorge Paulo].

Que as máquinas não possam escolher matar o homem que as criou

Papa Francisco ao G7

Que as máquinas não possam escolher matar o homem que as criou

“Nenhuma máquina, em caso algum, deveria ter a possibilidade de optar por tirar a vida a um ser humano”, sublinhou o Papa no seu discurso perante os líderes do G7, reunidos na tarde desta sexta-feira, 14 de junho, na região italiana da Puglia. Naquela que foi a primeira participação de um pontífice neste encontro de líderes das principais potências mundiais, Francisco falou nas oportunidades, mas sobretudo perigos, da inteligência artificial, e deixou o alerta: “está em jogo a própria dignidade humana”.

Cristianismo e democracia

Cristianismo e democracia

Em tempo de comemoração dos cinquenta anos da revolução de 25 de abril, penso dever concluir que o maior legado desta é o da consolidação do Estado de Direito Democrático. Uma consolidação que esteve ameaçada nos primeiros tempos, mas que se foi fortalecendo progressivamente. Esta efeméride torna particularmente oportuna a reflexão sobre os fundamentos éticos da democracia. [Texto de Pedro Vaz Patto]

Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

[Entre Margens]

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Este tempo de guerras, mortes e da Paixão e morte de Jesus Cristo, convida a buscar sentido de vida. As diferenças das pessoas dominam mais que a igualdade: uma escreve uma linha; outra, uma página. Esta, nada. Aquela diz uma palavra, esta explica em longa conversa o que outra diria em dez segundos e outra fala até cansar quem a ouve. [Texto de Aires Gameiro].

Silêncio cúmplice ou voz incómoda?

[Entre Margens]

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Sempre que a Igreja Católica se pronuncia sobre temas sociais ou políticos em Portugal, repete-se o mesmo refrão: “A Igreja não deve meter-se na política.” A frase surge tanto de sectores laicistas como, curiosamente, de alguns católicos incomodados. Mas talvez a pergunta esteja mal colocada. A questão não é se a Igreja deve falar de política, mas se pode deixar de falar quando está em causa a dignidade da pessoa humana. [Texto de Sérgio Carvalho].

Ressurreição ou silêncio absoluto?

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Estará o ser humano destinado à eternidade ou a sua existência conclui-se com o último suspiro? Somos “seres para a morte” (Heidegger) ou, pelo contrário, a nossa existência está votada à vida? Tanto numa como na outra interpretação da natureza do ser humano, não está apenas em causa o fim natural da vida biológica, mas a forma como equacionamos a totalidade da nossa existência. [Texto de Jorge Paulo].

Que as máquinas não possam escolher matar o homem que as criou

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Que as máquinas não possam escolher matar o homem que as criou

“Nenhuma máquina, em caso algum, deveria ter a possibilidade de optar por tirar a vida a um ser humano”, sublinhou o Papa no seu discurso perante os líderes do G7, reunidos na tarde desta sexta-feira, 14 de junho, na região italiana da Puglia. Naquela que foi a primeira participação de um pontífice neste encontro de líderes das principais potências mundiais, Francisco falou nas oportunidades, mas sobretudo perigos, da inteligência artificial, e deixou o alerta: “está em jogo a própria dignidade humana”.

Cristianismo e democracia

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Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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