Embora se passe um pouco por toda a Europa, incluindo Portugal, é no coração do continente onde é mais visível a acelerada descristianização das sociedades. Uma realidade que se impõe, se estranha e se lamenta, como se algo de essencial estivesse a desaparecer sem que consigamos impedi-lo. As celebrações de Natal são agora, muitas delas, rebatizadas como “festas de inverno”. Desaparece o sentido da Pessoa que as sustenta, esse Menino profundamente pobre, marginal e desvalido que depositou a sua confiança em nós. [Texto de Dina Matos Ferreira].






