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E o que dizem os jovens?

E o que dizem os jovens?

É interessante verificar que este tempo tem tido reflexos profundos na maneira de viver dos nossos jovens, aumentando-lhes os normais receios do amanhã, numa fase da vida em que a incerteza é um fator de grande ansiedade.
Os jovens manifestam também a necessidade de ouvir vozes que lhes transmitam segurança e apontem caminhos de esperança no futuro, sem alarmismos, mas com clareza e verdade.

E o que dizem os jovens?

Pós-pandemia: que sociedade?

Enquanto continuamos nesta clausura mais ou menos voluntária, neste confinamento à escala global, neste “novo normal” que tomou conta das nossas vidas, importa começar a pensar como vamos viver em comunidade quando (e verdadeiramente ninguém sabe quando) estes tempos excecionais passarem.

E o que dizem os jovens?

Sabemos (con)viver com a (fr)agilidade?

Vivemos um tempo singular. Somos, mais do que nunca, chamados a fazer sobressair, em nós próprios, aquilo que nos faz verdadeiramente pessoas: o cuidado que devemos uns aos outros, como a atitude de quem olha para os outros como espelho de si mesmo, a visão do próximo como aquele que é genuinamente diferente, numa diferença que se completa e nos torna verdadeiramente semelhantes na alteridade, unidos no essencial: a nossa dignidade de seres humanos, ao mesmo tempo únicos e (inter)dependentes uns dos outros.

E o que dizem os jovens?

Cidadania e Moral – viagem educativa rumo à construção da cidade

Uma das maiores conquistas que podemos alcançar em termos pedagógicos diz respeito à construção de pontes entre disciplinas e áreas do saber. Pontes e não muros. Porque pedagogia é “caminhar ao lado do outro”. Construir pontes que permitam encetar o diálogo e compreender a complementaridade na diversidade de aprendizagens sobre o humano. A busca de sentido para essa diversidade de aprendizagens transparece nas interrogações e interpelações iniciais dos discentes: “Os que vamos aprender? para que serve o que vamos aprender?”. Esta busca levará, cada um, ao encontro da bússola que há-de guiar e conduzir à construção da feli(z)cidade.

E o que dizem os jovens?

Taizé e os jovens: uma experiência que marca

Ao longo dos anos em que tenho participado nos encontros de Taizé, no âmbito da minha docência na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, acompanhando e partilhando esta experiência com algumas centenas de alunos, tenho-me interrogado acerca do que significa aquilo a que chamamos “espiritualidade de Taizé” – que, no meu entender, é o que leva, ano após ano, milhares de jovens, a maioria repetidas vezes, à colina da pequena aldeia da Borgonha (França).

E o que dizem os jovens?

E o que dizem os jovens?

É interessante verificar que este tempo tem tido reflexos profundos na maneira de viver dos nossos jovens, aumentando-lhes os normais receios do amanhã, numa fase da vida em que a incerteza é um fator de grande ansiedade.
Os jovens manifestam também a necessidade de ouvir vozes que lhes transmitam segurança e apontem caminhos de esperança no futuro, sem alarmismos, mas com clareza e verdade.

E o que dizem os jovens?

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Enquanto continuamos nesta clausura mais ou menos voluntária, neste confinamento à escala global, neste “novo normal” que tomou conta das nossas vidas, importa começar a pensar como vamos viver em comunidade quando (e verdadeiramente ninguém sabe quando) estes tempos excecionais passarem.

E o que dizem os jovens?

Sabemos (con)viver com a (fr)agilidade?

Vivemos um tempo singular. Somos, mais do que nunca, chamados a fazer sobressair, em nós próprios, aquilo que nos faz verdadeiramente pessoas: o cuidado que devemos uns aos outros, como a atitude de quem olha para os outros como espelho de si mesmo, a visão do próximo como aquele que é genuinamente diferente, numa diferença que se completa e nos torna verdadeiramente semelhantes na alteridade, unidos no essencial: a nossa dignidade de seres humanos, ao mesmo tempo únicos e (inter)dependentes uns dos outros.

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