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Entre “resistências do clero” e “algum alheamento dos leigos”, a sinodalidade vai avançando em Portugal

II Encontro Sinodal Nacional este sábado, em Fátima

Entre “resistências do clero” e “algum alheamento dos leigos”, a sinodalidade vai avançando em Portugal

Sim, o caminho de implementação do Documento Final do Sínodo já começou e, ao longo do último ano, vários foram os avanços registados nas diferentes dioceses do país. Avanços esses que serão partilhados este sábado, 10 de janeiro, em Fátima, durante o II Encontro Sinodal Nacional, promovido pela Conferência Episcopal Portuguesa. Mas, a par dos avanços, houve – e continua a haver – muitas resistências e dificuldades.

O Verbo e a enunciação – pequena memória de Arnaldo Cardoso de Pinho

Evocação (2)

O Verbo e a enunciação – pequena memória de Arnaldo Cardoso de Pinho

O padre Arnaldo de Pinho, professor da Universidade Católica e cónego da Sé do Porto, morreu no passado dia 15 de maio, quinta-feira, aos 82 anos. Nascido em 22 de junho de 1942, em Moldes (Arouca), deixou um legado de pensamento, reflexão e acção cultural ímpares na Igreja Católica e na diocese do Porto que ultrapassam os limites da instituição eclesiástica. O 7MARGENS publica a seguir o segundo texto de uma evocação da sua personalidade e do seu pensamento. [Texto de Jorge Cunha].

Arnaldo de Pinho, um pensador emancipado

Evocação

Arnaldo de Pinho, um pensador emancipado

Arnaldo de Pinho, professor da Universidade Católica e cónego da Sé do Porto, morreu no passado dia 15. Nascido em 1942, teve um pensamento e acção cultural ímpares na Igreja Católica que ultrapassam os limites da instituição. O 7MARGENS publica uma evocação da sua personalidade e do seu pensamento.

A complementaridade ministerial entre diáconos e presbíteros

A complementaridade ministerial entre diáconos e presbíteros

Publicado no último número do Boletim da Diocese do Porto, “Igreja Portucalense”, de janeiro-abril 2024, surge o “Relatório” da chamada “Assembleia Diocesana de Diáconos” cujo tema era “A complementaridade ministerial entre diáconos e presbíteros”, da autoria do senhor bispo do Porto, numa “atitude sinodal”, tomada em conjunto com o seu “Delegado Episcopal para o Diaconado Permanente”, que “sinodalmente” é um cónego, nomeado pelo bispo.

A complementaridade ministerial entre diáconos e presbíteros

Mas afinal para que serve o Sínodo?

Posso não saber a latitude da palavra “sinodalidade”, mas penso saber aquilo que não é. A sinodalidade agora chamada por Francisco, bispo de Roma e papa, possui uma sustentabilidade ainda não apreendida por todos aqueles que se dizem por sinodais. Exemplo concreto é dizermos que vivemos em sinodalidade desde sempre, porque na igreja existem várias instâncias onde se pode fazer sinodalidade, e sempre existiram. [Texto de Joaquim Armindo]

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Das cantigas de amigo à vinha

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Das cantigas de amigo à vinha novidade

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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