Chamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].
[Dicionário particular]
“h” de helena e de horaChamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].
Níveis da OMS desrespeitados
Morrem 13 milhões por ano por causa do ar tóxicoA contaminação do ar e da água, as radiações ultravioletas, o uso de pesticidas, de substâncias químicas e outros fatores de risco ambiental causam a morte a mais de 13 milhões de pessoas por ano. No encerramento da sexta Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-6), na última sexta-feira, 1 de março, Maria Neira, diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertou para as consequências do ar tóxico.
A culpa. Em Portugal aprende-se, desde a infância, “a culpa”. Uma culpa tem de ser atribuída. “A culpa não pode morrer solteira”, diz-se, alterando o provérbio. Surge quase sempre uma explicação que arruma, de preferência, o assunto. Infelizmente, mais que explicação, geralmente é uma opinião. De graça, não pedida, não reflectida, pouco discutida. (Inês Patrício, Berlim).
Fui a um hospital privado para uma consulta. Na sala de espera, apesar de não estar muito cheia porque era mês de Agosto, encontravam-se pessoas com as mais variadas dificuldades. Umas em cadeira de rodas, outras de máscara de oxigénio para respirar, outras ainda com a debilidade estampada no rosto, nas mãos ou na marcha incerta.
Somos todos frágeis e vulneráveis. Contudo, vivemos num mundo onde há cada vez menos tempo e lugar para abraçar a fragilidade e vulnerabilidade humana.
O ritmo alucinante que consome as nossas vidas, as dificuldades económicas e sociais sentidas pelas famílias, a cultura da indiferença e do descarte, a sobrelotação de doentes e a escassez de profissionais nas instituições de saúde têm contribuído para a desumanização progressiva dos cuidados prestados aos nossos doentes.
385 novos casos por dia
Doentes de lepra aumentaram 10% em todo o mundoOs últimos dados disponíveis são relativos a 2021 e mostram que, só nesse ano, foram registados 140.594 novos casos de lepra em todo o mundo, o que significa um aumento de 10% face aos 128.405 casos de 2020. As informações foram recolhidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 143 países, e divulgadas este domingo, 29 de janeiro, data em que se assinalou o Dia Mundial dos Doentes de Lepra.
Fomos de férias. Que lugar-comum esse que apenas descreve a clássica paragem de Agosto! Nada de novo e tudo diferente ao ir e ao regressar. É mesmo estranho o que estamos a viver – um mundo de imprevistos e de incertezas, no qual antes pareciam só existir convicções e controlos; um lugar de todos e de ninguém, aquele que, antes, sem apregoar, deixava sempre um cantinho livre para quem quer que chegasse.
A juventude é a embriaguez sem vinho, dizia Goethe, mas quando o vinho está azedo a embriaguez passa a doença. A recorrência das crises, os surtos pandémicos e a falta de horizontes podem estar a criar uma geração perdida. Mas não terá sido quase sempre assim?
[Dicionário particular]
“h” de helena e de horaChamava-se Helena e era a minha mãe, aliás, ainda é a minha mãe: as mães vivem para sempre no coração dos filhos, são eternas porque muito amam, e quem muito ama jamais morre, pois, o Amor tem o poder de eternizar. [Texto de Júlia Costa].
Níveis da OMS desrespeitados
Morrem 13 milhões por ano por causa do ar tóxicoA contaminação do ar e da água, as radiações ultravioletas, o uso de pesticidas, de substâncias químicas e outros fatores de risco ambiental causam a morte a mais de 13 milhões de pessoas por ano. No encerramento da sexta Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-6), na última sexta-feira, 1 de março, Maria Neira, diretora do Departamento de Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS), alertou para as consequências do ar tóxico.
A culpa. Em Portugal aprende-se, desde a infância, “a culpa”. Uma culpa tem de ser atribuída. “A culpa não pode morrer solteira”, diz-se, alterando o provérbio. Surge quase sempre uma explicação que arruma, de preferência, o assunto. Infelizmente, mais que explicação, geralmente é uma opinião. De graça, não pedida, não reflectida, pouco discutida. (Inês Patrício, Berlim).
Fui a um hospital privado para uma consulta. Na sala de espera, apesar de não estar muito cheia porque era mês de Agosto, encontravam-se pessoas com as mais variadas dificuldades. Umas em cadeira de rodas, outras de máscara de oxigénio para respirar, outras ainda com a debilidade estampada no rosto, nas mãos ou na marcha incerta.
Somos todos frágeis e vulneráveis. Contudo, vivemos num mundo onde há cada vez menos tempo e lugar para abraçar a fragilidade e vulnerabilidade humana.
O ritmo alucinante que consome as nossas vidas, as dificuldades económicas e sociais sentidas pelas famílias, a cultura da indiferença e do descarte, a sobrelotação de doentes e a escassez de profissionais nas instituições de saúde têm contribuído para a desumanização progressiva dos cuidados prestados aos nossos doentes.
385 novos casos por dia
Doentes de lepra aumentaram 10% em todo o mundoOs últimos dados disponíveis são relativos a 2021 e mostram que, só nesse ano, foram registados 140.594 novos casos de lepra em todo o mundo, o que significa um aumento de 10% face aos 128.405 casos de 2020. As informações foram recolhidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 143 países, e divulgadas este domingo, 29 de janeiro, data em que se assinalou o Dia Mundial dos Doentes de Lepra.
Fomos de férias. Que lugar-comum esse que apenas descreve a clássica paragem de Agosto! Nada de novo e tudo diferente ao ir e ao regressar. É mesmo estranho o que estamos a viver – um mundo de imprevistos e de incertezas, no qual antes pareciam só existir convicções e controlos; um lugar de todos e de ninguém, aquele que, antes, sem apregoar, deixava sempre um cantinho livre para quem quer que chegasse.
A juventude é a embriaguez sem vinho, dizia Goethe, mas quando o vinho está azedo a embriaguez passa a doença. A recorrência das crises, os surtos pandémicos e a falta de horizontes podem estar a criar uma geração perdida. Mas não terá sido quase sempre assim?
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
In Memoriam
Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração novidadeHá vidas tão belas, tão ricas e tão bem preenchidas que a sua morte, apesar e além da profunda tristeza que suscita, consegue ao mesmo tempo segregar o perfume de um profundo êxito. É o caso de Walter Osswald [cientista e professor universitário, que morreu no passado dia 22 de setembro, dois dias depois de ter completado 98 anos].
Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidadeO Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Brasil, Religião e Poder]
Nossa Senhora e as trincheiras da campanha eleitoral brasileiraA controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida mostra a dificuldade, cada vez maior, do Estado brasileiro de separar a mediação jurídica das identidades políticas e religiosas que cercam seus protagonistas
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