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Uma proibição, crimes de guerra e lágrimas de crocodilo

[À Margem]

Uma proibição, crimes de guerra e lágrimas de crocodilo

A interdição de o patriarca Pizzaballa celebrar na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, a missa de Domingo de Ramos, é mais um passo na escalada do extremismo e do belicismo que governa Israel: os cristãos são cada vez menos no Médio Oriente e isso tem sobretudo a ver com a política dos governos europeus e dos EUA, de apoio incondicional a Israel.

Pelas ruas de Jerusalém, 3 mil cristãos celebraram o Domingo de Ramos, mas maioria dos palestinianos ficou de fora

Israel baniu entradas na cidade

Pelas ruas de Jerusalém, 3 mil cristãos celebraram o Domingo de Ramos, mas maioria dos palestinianos ficou de fora

É considerado um dos eventos públicos cristãos mais extraordinários: a procissão de Domingo de Ramos em que milhares percorrem o mesmo trajeto que Jesus terá feito para entrar em Jerusalém e aí celebrar a Páscoa, antes de ser crucificado. E, apesar do conflito Israel-Palestina em curso, voltou a realizar-se este ano. Só que com a participação de muito menos fiéis que o habitual, dado que Israel proibiu a maioria dos cristãos palestinianos na Cisjordânia ocupada de entrar na cidade.

Ungir de antemão

Ungir de antemão

Joaquim Félix é padre católico, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga e professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa; autor de vários livros, entre os quais VERNA. Este texto corresponde à homilia de Domingo de Ramos na Paixão do Senhor, 24 de março, proferida na  igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga. 

«retirando-se»

«retirando-se»

Breve comentário do p. António Pedro Monteiro⁠ aos textos bíblicos lidos em comunidade, no Domingo de Ramos B. ⁠Hospital de Santa Marta⁠, Lisboa, 23 de Março de 2024.

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A interdição de o patriarca Pizzaballa celebrar na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém, a missa de Domingo de Ramos, é mais um passo na escalada do extremismo e do belicismo que governa Israel: os cristãos são cada vez menos no Médio Oriente e isso tem sobretudo a ver com a política dos governos europeus e dos EUA, de apoio incondicional a Israel.

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É considerado um dos eventos públicos cristãos mais extraordinários: a procissão de Domingo de Ramos em que milhares percorrem o mesmo trajeto que Jesus terá feito para entrar em Jerusalém e aí celebrar a Páscoa, antes de ser crucificado. E, apesar do conflito Israel-Palestina em curso, voltou a realizar-se este ano. Só que com a participação de muito menos fiéis que o habitual, dado que Israel proibiu a maioria dos cristãos palestinianos na Cisjordânia ocupada de entrar na cidade.

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Joaquim Félix é padre católico, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga e professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa; autor de vários livros, entre os quais VERNA. Este texto corresponde à homilia de Domingo de Ramos na Paixão do Senhor, 24 de março, proferida na  igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga. 

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

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O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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