Percorri a autoestrada do Norte, passando por muitos lugares parcialmente destruídos; por muitas árvores tombadas sobre outras, vergadas pelo vento, mas ainda sem caírem; por muitas casas e armazéns sem telhados; por muitos corações aos quais não tive acesso, mas que, posso imaginar, que se encontram profundamente feridos. [Texto de Margarida Cordo].












