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A passadeira da Rua das Pretas

A passadeira da Rua das Pretas

Estamos a preparar esse momento tão importante que é a realização da Jornada Mundial da Juventude. Ironicamente temos um país envelhecido, cada vez mais envelhecido, mas seja qual for a idade, este acontecimento não é indiferente para os que somos católicos e, eu diria, para todos. Temos de transformar a nossa cidade num bom lugar para existir; num verdadeiro local de encontro, num sítio de esperança para todas as gerações. Não existem peões e condutores, já que todos, em algum momento, andamos a pé. Temos é de saber respeitar as regras implícitas. Como alguém disse, “ética é a obediência ao que não é obrigatório”.

(In)correções teológicas

(In)correções teológicas

Porque é que pessoas que se consideram religiosas acreditam e fazem o que não devem? Porque é que os crentes na Bíblia comem cheeseburgers quando as regras do Levítico dizem para não se misturar carne de vaca com lacticínios? Porque são racistas e defendem a pena de morte? Porque rezam para ganhar guerras? [A opinião de Vítor Rafael]

Jesus Cristo salvou-nos de quê?

Com a vida, paixão, morte na cruz, e ressurreição de Jesus Cristo somos salvos – esta é uma das afirmações centrais do cristianismo. Mas somos salvos de quê? Como resposta a esta questão desenvolveram-se ao longo da história várias teorias da “expiação”. Pretendo argumentar brevemente que algumas dessas teorias, muitas vezes veiculadas acrítica e dogmaticamente nas comunidades cristãs, são imorais e, por isso, não podem ser verdadeiras. (Opinião de Domingos Faria)

Cristãos e finanças

Cristãos e finanças

    Diz o famoso poema de Fernando Pessoa que Jesus Cristo não percebia nada de finanças. Mas o recente documento da Academia Pontifícia das Ciências Sociais Mensuram Bonum (uma alusão àquela “medida transbordante” que o Evangelho promete a quem dá...

Boa educação

Boa educação

No programa “Fugiram de casa de seus pais”, a convidada era Rita Blanco. Desde então volto, internamente, àquele tema. A Rita Blanco defendia a educação como a coisa mais importante. Não a educação formal, a boa educação. O Miguel Esteves Cardoso, concordando, dizia que se tivéssemos boa educação, no sentido de pensar nos outros e querer que os outros se sintam bem, a maior parte dos nossos problemas estariam resolvidos.

As pequenas alegrias

[Nas margens da filosofia – XLVI]

As pequenas alegrias

As grandes alegrias são intensas e, como tal, esporádicas. Ligam-se a eventos marcantes cuja recordação nos traz sempre felicidade e bem-estar. Reconstituímo-las com um misto de prazer e de saudade e a sua memória é uma espécie de tónico a que recorremos para afastar estados de depressão ou de angústia.

A passadeira da Rua das Pretas

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Estamos a preparar esse momento tão importante que é a realização da Jornada Mundial da Juventude. Ironicamente temos um país envelhecido, cada vez mais envelhecido, mas seja qual for a idade, este acontecimento não é indiferente para os que somos católicos e, eu diria, para todos. Temos de transformar a nossa cidade num bom lugar para existir; num verdadeiro local de encontro, num sítio de esperança para todas as gerações. Não existem peões e condutores, já que todos, em algum momento, andamos a pé. Temos é de saber respeitar as regras implícitas. Como alguém disse, “ética é a obediência ao que não é obrigatório”.

(In)correções teológicas

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Jesus Cristo salvou-nos de quê?

Com a vida, paixão, morte na cruz, e ressurreição de Jesus Cristo somos salvos – esta é uma das afirmações centrais do cristianismo. Mas somos salvos de quê? Como resposta a esta questão desenvolveram-se ao longo da história várias teorias da “expiação”. Pretendo argumentar brevemente que algumas dessas teorias, muitas vezes veiculadas acrítica e dogmaticamente nas comunidades cristãs, são imorais e, por isso, não podem ser verdadeiras. (Opinião de Domingos Faria)

Cristãos e finanças

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    Diz o famoso poema de Fernando Pessoa que Jesus Cristo não percebia nada de finanças. Mas o recente documento da Academia Pontifícia das Ciências Sociais Mensuram Bonum (uma alusão àquela “medida transbordante” que o Evangelho promete a quem dá...

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