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Natal e Ano Novo como êxodo

Natal e Ano Novo como êxodo

Em sociedades complexas, como a portuguesa, a celebração do Natal é marcada pelo consumo e ligação às festas de Fim de Ano e Ano Novo. Existe um certo regresso ao paganismo, que a dogmatização da data do Divino Nascimento quis combater a partir do século terceiro. A actual e generalizada prática social destas festas, não deixa de se ligar a um aspecto fundamental do judaísmo e do cristianismo que é a questão do Êxodo. [Texto de Alberto Teixeira]

Absolutizar o território por causa da religião “corre o risco de ocupar o lugar do próprio Deus”

Francisco Martins, padre e biblista, no 7M/Antena 1

Absolutizar o território por causa da religião “corre o risco de ocupar o lugar do próprio Deus”

“Qualquer valor ou território que se torna absoluto por causa de uma dinâmica religiosa corre o risco de ocupar o lugar do próprio Deus.” A afirmação é do padre jesuíta Francisco Martins, biblista, entrevistado esta semana no programa 7MARGENS, da Antena 1, a propósito do seu livro A Bíblia Tinha Mesmo Razão?, que acaba de ser publicado pela Temas e Debates, e do qual já divulgámos um excerto, em pré-publicação.

A Bíblia Tinha Mesmo Razão?

Novo livro

A Bíblia Tinha Mesmo Razão?

Abraão e Moisés existiram mesmo ou são apenas personagens de ficção? O Êxodo do Egito aconteceu nos moldes em que é contado na Bíblia? E a conquista da “Terra Prometida” é um facto ou mito? É inevitável que um leitor contemporâneo se pergunte pela historicidade do que lhe é relatado na Bíblia. Um excerto do novo livro de Francisco Martins.

Natal e Ano Novo como êxodo

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Em sociedades complexas, como a portuguesa, a celebração do Natal é marcada pelo consumo e ligação às festas de Fim de Ano e Ano Novo. Existe um certo regresso ao paganismo, que a dogmatização da data do Divino Nascimento quis combater a partir do século terceiro. A actual e generalizada prática social destas festas, não deixa de se ligar a um aspecto fundamental do judaísmo e do cristianismo que é a questão do Êxodo. [Texto de Alberto Teixeira]

Absolutizar o território por causa da religião “corre o risco de ocupar o lugar do próprio Deus”

Francisco Martins, padre e biblista, no 7M/Antena 1

Absolutizar o território por causa da religião “corre o risco de ocupar o lugar do próprio Deus”

“Qualquer valor ou território que se torna absoluto por causa de uma dinâmica religiosa corre o risco de ocupar o lugar do próprio Deus.” A afirmação é do padre jesuíta Francisco Martins, biblista, entrevistado esta semana no programa 7MARGENS, da Antena 1, a propósito do seu livro A Bíblia Tinha Mesmo Razão?, que acaba de ser publicado pela Temas e Debates, e do qual já divulgámos um excerto, em pré-publicação.

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Abraão e Moisés existiram mesmo ou são apenas personagens de ficção? O Êxodo do Egito aconteceu nos moldes em que é contado na Bíblia? E a conquista da “Terra Prometida” é um facto ou mito? É inevitável que um leitor contemporâneo se pergunte pela historicidade do que lhe é relatado na Bíblia. Um excerto do novo livro de Francisco Martins.

Últimas Notícias

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidade

No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

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Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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