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O que não está, mas brilha

O que não está, mas brilha

Há alguns anos, numa mesa de café, uma mulher contou-me uma história. A sua infância acontecera numa casa muito pobre, iluminada apenas por brasas numa lata, num chão de terra. Era sobre estas que, com o dedo, desenhava, e as cores-fogo surgiam na escuridão que rouba as coisas de lugar. (Opinião de Raquel Luiz)

Morrer de “selfie”

[Segunda leitura]

Morrer de “selfie”

Anda imensa gente a morrer só por arriscar demais nessa atividade (que devia ser) lúdica a que chamamos (sem grande possibilidade de tradução) “tirar selfies”. Imensa gente mesmo. Lá voltamos à notícia: o estudo ali citado revela que, entre janeiro de 2008 e julho de 2021, morreram no mundo, no contexto de “tirar selfies”, pelo menos 379 pessoas. Trezentas e setenta e nove pessoas. Dá, em média, uma morte cada 13 dias.

Valdosende, a aldeia que “passou” de católica a metodista

Valdosende, a aldeia que “passou” de católica a metodista

Uma história curiosa quando, há 50 anos, um numeroso grupo de jovens, metodistas, lusitanos, católico-romanos e ateus, a solicitação do pastor metodista Abel Lopes e sua esposa Arminda Lopes, os acompanhou em Valdosende (Terras de Bouro). As pessoas de Valdosende estavam divididas: o pároco católico-romano pretendia erguer um novo templo fora do lugar de Valdosende, o que fez, mas a grande maioria da população não estava de acordo.

Podemos celebrar a vida comendo uma lichia?

Podemos celebrar a vida comendo uma lichia?

Na segunda semana de Maio que a Igreja Católica dedica à vida, que tempo dedicamos nós a viver? A vida sente-se quando existem mudanças. A mudança é a base transformativa da vida. Por exemplo, quando nasce um bebé, o seu ambiente muda radicalmente. Por isso, respirar o ar exterior ao ventre materno pela primeira vez é uma das experiências mais transformativas na vida de cada um de nós. Uma experiência transformativa que se distingue de todas as outras por ser impossível prever o impacte que uma determinada mudança produzirá em nós.

STOP nas nossas vidas: Parar e continuar

STOP nas nossas vidas: Parar e continuar

Ao chegar aos EUA tive que tirar a carta condução novamente. De raiz. Estudar o código. Praticar. Fazer testes. Nos EUA existe um sinal de trânsito que todos conhecemos. Porque é igual em todo o mundo. Diz “STOP”. Octogonal, fundo branco, letras brancas. Maiúsculas. Impossível não ver. Todos vemos. Nada de novo. O que me surpreendeu desde que cheguei aos EUA, é que aqui todos param num STOP. Mesmo. Não abrandam. Param. O carro imobiliza-se. As ruas desertas, sem trânsito. Um cruzamento com visibilidade total. Um bairro residencial. E o carro imobiliza-se. Não abranda. Para mesmo. E depois segue.

O que não está, mas brilha

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Há alguns anos, numa mesa de café, uma mulher contou-me uma história. A sua infância acontecera numa casa muito pobre, iluminada apenas por brasas numa lata, num chão de terra. Era sobre estas que, com o dedo, desenhava, e as cores-fogo surgiam na escuridão que rouba as coisas de lugar. (Opinião de Raquel Luiz)

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Valdosende, a aldeia que “passou” de católica a metodista

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Na segunda semana de Maio que a Igreja Católica dedica à vida, que tempo dedicamos nós a viver? A vida sente-se quando existem mudanças. A mudança é a base transformativa da vida. Por exemplo, quando nasce um bebé, o seu ambiente muda radicalmente. Por isso, respirar o ar exterior ao ventre materno pela primeira vez é uma das experiências mais transformativas na vida de cada um de nós. Uma experiência transformativa que se distingue de todas as outras por ser impossível prever o impacte que uma determinada mudança produzirá em nós.

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