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O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

O algoritmo da emoção

Não demos conta, mas o sistema neoliberal em que assenta toda a estrutura política mundial preparou-nos faz tempo para este “admirável” mundo novo em descontrolo. A base em que está montada a Inteligência Artificial (IA), define-se, nos objetivos e nos métodos, na mesma base já impregnada no coração humano dos tempos atuais, quer no que tem de bom, quer no que tem de mau. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

Há alternativa: é preciso falar de Paz!

Vivemos um período de profunda deformação dos valores humanistas. Perante um cenário dantesco que se desdobra ao fio da espada, os poderosos deste Mundo decidem violar o direito internacional, subvertendo-lhe o sentido, enquanto sujam as mãos com sangue inocente (…) [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A divina imperfeição

Caminhava pelo Porto, quando me deparei com os azulejos de uma fachada, que observei e fotografei. Nenhum deles era igual. Todos tinham pequenos pormenores que os diferenciavam, mas, no seu conjunto e visto ao longe, o efeito visual do painel de azulejos parecia perfeito.

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A neutralidade dos camaleões

Os períodos eleitorais interpelam-nos a debater política e a pensá-la; porém, é fora dos períodos eleitorais que devemos maturar e aprofundar as nossas posições políticas. Enquanto cidadãos responsáveis pelo exercício dos nossos deveres em sociedade, somos chamados a politizar-nos e isso implica olhar as temáticas que nos rodeiam com profundidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

O algoritmo da emoção

Não demos conta, mas o sistema neoliberal em que assenta toda a estrutura política mundial preparou-nos faz tempo para este “admirável” mundo novo em descontrolo. A base em que está montada a Inteligência Artificial (IA), define-se, nos objetivos e nos métodos, na mesma base já impregnada no coração humano dos tempos atuais, quer no que tem de bom, quer no que tem de mau. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

Há alternativa: é preciso falar de Paz!

Vivemos um período de profunda deformação dos valores humanistas. Perante um cenário dantesco que se desdobra ao fio da espada, os poderosos deste Mundo decidem violar o direito internacional, subvertendo-lhe o sentido, enquanto sujam as mãos com sangue inocente (…) [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

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“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

O algoritmo da emoção

[Entre Margens]

A divina imperfeição

Caminhava pelo Porto, quando me deparei com os azulejos de uma fachada, que observei e fotografei. Nenhum deles era igual. Todos tinham pequenos pormenores que os diferenciavam, mas, no seu conjunto e visto ao longe, o efeito visual do painel de azulejos parecia perfeito.

O algoritmo da emoção

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A neutralidade dos camaleões

Os períodos eleitorais interpelam-nos a debater política e a pensá-la; porém, é fora dos períodos eleitorais que devemos maturar e aprofundar as nossas posições políticas. Enquanto cidadãos responsáveis pelo exercício dos nossos deveres em sociedade, somos chamados a politizar-nos e isso implica olhar as temáticas que nos rodeiam com profundidade. [Texto de Filipe Moisés].

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A coragem da disrupção

A incapacidade de nos ouvirmos em comunidade é um dos dilemas do nosso tempo. Ouvir implica, desde logo, uma ponte: exige abertura ao outro, mesmo quando essa abertura não implica concordância absoluta. A escuta não pode ser subserviente nem pretensamente neutra, porque quem escuta traz consigo convicções, história e legitimidade para também ser ouvido. [Texto de Filipe Moisés].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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