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Na morte de um grande Professor e Amigo

[Nas margens da filosofia] (LXXXIX)

Na morte de um grande Professor e Amigo

Na madrugada de sábado, 22, morreu o padre Joaquim Cerqueira Gonçalves. Melhor do que “morreu” seria escrever “morreu-nos”, pois ele era amigo de uma multidão de pessoas que por vários motivos e em várias circunstâncias com ele conviveram, quer no âmbito universitário quer em actividades de carácter religioso e cultural, animando sempre o público com as suas intervenções e problemas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

O budismo caviar

[Arquipélago Jerusalém]

O budismo caviar

A indústria cultural devora os seus profetas com a voracidade de Saturno. Foi assim no S. João, no Porto, no Babell –  festival literário que soa a Torre de Babel revisitada pela Livraria Lello e onde Byung-Chul Han ( ou Pyong-Chol Han ) protagonizou um episódio que merecia ser pintado por Hogarth, narrado por Camilo Castelo Branco, ou posto em filme por Wes Anderson. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Não voltes aos lugares onde foste feliz

[Nas margens da filosofia (LXXXV)]

Não voltes aos lugares onde foste feliz

“Não voltes aos lugares onde foste feliz” é uma afirmação que por vezes nos é dita quando falamos de decepções provocadas pela mudança, como se o tempo tivesse de se manter igual a si mesmo, respeitando as nossas memórias e recusando alterações. [A crónica de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

A memória de Jürgen Habermas (2029-2026)

[Entre Margens]

A memória de Jürgen Habermas (2029-2026)

Jürgen Habermas (1929-2026) deixou-nos. Era o maior filósofo vivo da nossa contemporaneidade. O seu pensamento corresponde à maior demonstração da importância das Humanidades nos dias de hoje, como salientou Adela Cortina. Com mais de noventa anos, mantinha-se ativo, de um modo persistente, na compreensão da importância do tempo, da decisão e da reflexão na vida democrática. [Texto de Guilherme ‘Oliveira Martins].

A alegria do humanismo em Michel Serres

[Crónica da Europa]

A alegria do humanismo em Michel Serres

Michel Serres (1930-2019) pertence à linhagem rara dos pensadores que ampliam o horizonte sem esmagar o detalhe. Quando o comandante do couraçado Richelieu lhe perguntou, “diga-nos o que é o mal” ele pediu aos oficiais que o seguissem até à ponte, apontou os canhões de 244 mm e exclamou “Está aqui, o mal”.

Os bárbaros já chegaram

Nas margens da filosofia (LXXX)

Os bárbaros já chegaram

O tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

Na morte de um grande Professor e Amigo

[Nas margens da filosofia] (LXXXIX)

Na morte de um grande Professor e Amigo

Na madrugada de sábado, 22, morreu o padre Joaquim Cerqueira Gonçalves. Melhor do que “morreu” seria escrever “morreu-nos”, pois ele era amigo de uma multidão de pessoas que por vários motivos e em várias circunstâncias com ele conviveram, quer no âmbito universitário quer em actividades de carácter religioso e cultural, animando sempre o público com as suas intervenções e problemas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

O budismo caviar

[Arquipélago Jerusalém]

O budismo caviar

A indústria cultural devora os seus profetas com a voracidade de Saturno. Foi assim no S. João, no Porto, no Babell –  festival literário que soa a Torre de Babel revisitada pela Livraria Lello e onde Byung-Chul Han ( ou Pyong-Chol Han ) protagonizou um episódio que merecia ser pintado por Hogarth, narrado por Camilo Castelo Branco, ou posto em filme por Wes Anderson. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Não voltes aos lugares onde foste feliz

[Nas margens da filosofia (LXXXV)]

Não voltes aos lugares onde foste feliz

“Não voltes aos lugares onde foste feliz” é uma afirmação que por vezes nos é dita quando falamos de decepções provocadas pela mudança, como se o tempo tivesse de se manter igual a si mesmo, respeitando as nossas memórias e recusando alterações. [A crónica de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

[Nas margens da filosofia (LXXXIV)]

Quem ainda frequenta as bibliotecas?

“Nas bibliotecas, as pessoas conviviam umas com as outras, a maior parte das vezes em silêncio mas também havia ocasiões em que, fora do recinto de leituras, trocavam ideias, discutiam… Hoje, tudo isso se faz na Internet e há anos que não entro numa biblioteca pública. Daí a questão que coloquei como título deste texto não ser meramente retórica.” – A reflexão de Luísa Ribeiro Ferreira

A memória de Jürgen Habermas (2029-2026)

[Entre Margens]

A memória de Jürgen Habermas (2029-2026)

Jürgen Habermas (1929-2026) deixou-nos. Era o maior filósofo vivo da nossa contemporaneidade. O seu pensamento corresponde à maior demonstração da importância das Humanidades nos dias de hoje, como salientou Adela Cortina. Com mais de noventa anos, mantinha-se ativo, de um modo persistente, na compreensão da importância do tempo, da decisão e da reflexão na vida democrática. [Texto de Guilherme ‘Oliveira Martins].

A alegria do humanismo em Michel Serres

[Crónica da Europa]

A alegria do humanismo em Michel Serres

Michel Serres (1930-2019) pertence à linhagem rara dos pensadores que ampliam o horizonte sem esmagar o detalhe. Quando o comandante do couraçado Richelieu lhe perguntou, “diga-nos o que é o mal” ele pediu aos oficiais que o seguissem até à ponte, apontou os canhões de 244 mm e exclamou “Está aqui, o mal”.

Os bárbaros já chegaram

Nas margens da filosofia (LXXX)

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O tempo que hoje vivemos é diferente e o desrespeito das leis internacionais é visível, presente quotidianamente nos noticiários a que assistimos. A força tornou-se de novo um factor político determinante, a mentira usa-se com despudor para justificar actos inqualificáveis como raptos de dirigentes, apropriação indevida de territórios, desrespeito por tratados e compromissos há muito firmados. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Um convite à alegria

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Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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