“Quando era pequena explicaram-me que ter esperança era muito mais do que querer que o “meu” Sporting ganhasse os jogos ou esperar que os meus pais me oferecessem aquilo que eu tinha pedido. Disseram-me que isso era uma esperança infantil, própria das crianças como eu, pois a verdadeira esperança é a que brota do coração de forma adulta.” [Texto de Júlia Costa].








