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“Prezava a verdade”

[Os dias da semana]

“Prezava a verdade”

Os futebolistas não são os únicos heróis destes dias. A França honrou Marc Bloch, levando-o, com a sua mulher Simonne Vidal, para o Panteão. A generalidade dos textos coincide em relação ao que caracteriza este homem: espírito brilhante, renovador da ciência histórica, intelectual comprometido, patriota, resistente, etc. [A crónica de Eduardo Jorge Madureira]

Nada é tão humano ou tão desumano como a guerra

Edgar Morin e as Lições da História (2/3)

Nada é tão humano ou tão desumano como a guerra

Lições da História (edição Crítica) é a sua última obra. “Um livro breve e luminoso que nos convida a reflectir sobre a evolução caótica do mundo atual”, traduzindo um “pensamento fulgurante, que continua a iluminar-nos”, como escrevia Le Monde. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, este é sobre a guerra.

Otimismo ou pessimismo antropológico?

Entre Margens

Otimismo ou pessimismo antropológico?

Se me perguntassem, há alguns anos, qual era a minha conceção sobre a natureza humana, diria, sem grandes hesitações, que era um otimista. Talvez conduzido pela perspetiva da fé cristã, via o ser humano do ponto de vista da sua origem absoluta. [Texto de Jorge Paulo].

Os católicos falam muito da paz, mas não dão conteúdo nenhum a isso

António Matos Ferreira ao 7MARGENS (1ª parte)

Os católicos falam muito da paz, mas não dão conteúdo nenhum a isso

“Os católicos falam muito da paz, mas não dão conteúdo nenhum a isso”, diz o historiador António Matos Ferreira, que orientará o curso sobre “Recomposição do catolicismo contemporâneo: intervenções e contributos dos papas (séc. XIX-XXI)”, promovido pelo 7MARGENS em parceria com a congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima. [Entrevista de António Marujo].

Porque se metem os papas na política? E porque se chama Leão o novo Papa? António Matos Ferreira explica

Curso 7MARGENS/Servas Nossa Senhora de Fátima

Porque se metem os papas na política? E porque se chama Leão o novo Papa? António Matos Ferreira explica

As posições dos diferentes papas perante a ascensão do liberalismo, as alterações das relações de trabalho, a modernidade, a guerra ou a diversidade religiosa estarão em análise no curso “Recomposição do catolicismo contemporâneo: intervenções e contributos dos papas (séc. XIX-XXI)”, orientado pelo historiador António Matos Ferreira.

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

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O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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