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Há sempre uma estrela nas sombras da noite

[Entre Margens]

Há sempre uma estrela nas sombras da noite

Vivemos num contexto de transformações nunca imaginadas. Um mundo novo vai surgindo  a um ritmo vertiginoso e implacável. Mas esta corrida tecnológica levanta questões éticas e políticas que  põem em causa a condição humana e a nossa civilização. [Texto de Maria do Céu Sousa Fernandes]

O “Homem” do século XXI

[Entre Margens]

O “Homem” do século XXI

Chegados a Maio de 2026, olhamos em redor e encontramos uma Humanidade profundamente doente. Nos anos 80, os anos do festival Live Aid e da queda do Muro de Berlim, sonhávamos com um mundo melhor. Um mundo mais justo e mais fraterno. Quase 50 anos depois, em pleno século XXI, vivemos hoje num mundo pior em várias realidades. [Texto de Joaquim Pedro Jesus].

Dia Internacional dos Direitos Humanos: seremos todos humanos?

Dia Internacional dos Direitos Humanos: seremos todos humanos?

Celebra-se em 10 de dezembro o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Gostaria de recordar aqui os dois primeiros considerandos do preâmbulo da Declaração Universal que consagra estes direitos. O primeiro refere-se ao “reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana” e dos “seus direitos iguais e inalienáveis”. [Texto de Teresa Toldy].

Volodymyr

Volodymyr

Fazia calor. O suor, em gotas espessas, deslizava-lhe trémulo pela testa, nuca e fontes. O pescoço molhado pedia socorro. Desculpe, senhor, perdoe-me, dizia ele. Não podemos continuar com o seu serviço, respondeu o homem. Prometo, senhor, não voltar a fazê-lo, insistiu. Ouvi a conversa sem querer. Fiquei confusa. O melhor empregado da empresa – melhor no verdadeiro sentido da palavra. Humano e prático – acabara de ser despedido.

O “monstro” de Frankenstein

O “monstro” de Frankenstein

O meu filho mais velho ofereceu-me, há já algum tempo, o romance “Frankenstein”, de Mary Shelley. Agradeci, mas guardei-o no escaparate que destino aos volumes em lista de espera para uma eventual melhor oportunidade. Entretanto, o tempo foi passando, a pilha em espera foi aumentando, outras prioridades foram surgindo, até que nas presentes férias de verão, já cansado de tantas leituras ensaísticas, resolvi recuperar do limbo esse volume meio esquecido.

O que queremos realmente? 

O que queremos realmente? 

O que é que nós queremos realmente? Confusamente, nebulosamente, sabemos que queremos muito ser. Humanamente – e talvez não haja nada mais humano – desejamos algo que nos resgate deste nada em que, sem saber como, mergulhámos, como se, algures pelo caminho, tivéssemos perdido algo de absolutamente essencial.

Apologia da simplicidade

Apologia da simplicidade

Provavelmente, nos tempos que correm, este título não interessa mesmo nada. Ainda assim há que arriscar. Todos temos imensas coisas para dizer e um manancial infindável de opiniões a dar. Vamos assoberbando os canais através dos quais comunicamos com dezenas de assuntos, ditos e reditos de milhares de maneiras.

“E juntou-se aos seus antepassados…”

“E juntou-se aos seus antepassados…”

Ser próximo de quem se vai despedindo traduz-se num estímulo para continuar com mais ardor a verdadeira missão no mundo de quem nos passa o testemunho, por mais jovem ou desprotegido que seja. As nossas festas e diversões, estudo ou trabalho duro, manifestações de amizade e amor… tudo pode ser feito de maneira a tornar melhor o mundo que nos foi entregue. E deixando boas dicas para quem nos sucederá.

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Vivemos num contexto de transformações nunca imaginadas. Um mundo novo vai surgindo  a um ritmo vertiginoso e implacável. Mas esta corrida tecnológica levanta questões éticas e políticas que  põem em causa a condição humana e a nossa civilização. [Texto de Maria do Céu Sousa Fernandes]

O “Homem” do século XXI

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Celebra-se em 10 de dezembro o Dia Internacional dos Direitos Humanos. Gostaria de recordar aqui os dois primeiros considerandos do preâmbulo da Declaração Universal que consagra estes direitos. O primeiro refere-se ao “reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana” e dos “seus direitos iguais e inalienáveis”. [Texto de Teresa Toldy].

Volodymyr

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O “monstro” de Frankenstein

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O meu filho mais velho ofereceu-me, há já algum tempo, o romance “Frankenstein”, de Mary Shelley. Agradeci, mas guardei-o no escaparate que destino aos volumes em lista de espera para uma eventual melhor oportunidade. Entretanto, o tempo foi passando, a pilha em espera foi aumentando, outras prioridades foram surgindo, até que nas presentes férias de verão, já cansado de tantas leituras ensaísticas, resolvi recuperar do limbo esse volume meio esquecido.

O que queremos realmente? 

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O que é que nós queremos realmente? Confusamente, nebulosamente, sabemos que queremos muito ser. Humanamente – e talvez não haja nada mais humano – desejamos algo que nos resgate deste nada em que, sem saber como, mergulhámos, como se, algures pelo caminho, tivéssemos perdido algo de absolutamente essencial.

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

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