“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.
“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.
Dois anos após a devastação causada pelo ciclone Idai, a 11 de março de 2019, a que se seguiu, sete semanas depois, o furacão Kenneth, mais de 22 mil moçambicanos continuam a ser apoiados pela Cáritas Portuguesa, Associação de Defesa do Património de Mértola, Associação Luarte e Cáritas Moçambicana, coordenadas pela Oikos. O programa ajuda as famílias mais afetadas a assegurar, de forma autónoma e sustentável, a satisfação das necessidades alimentares e nutricionais do agregado familiar.
O dia do Natal é marcado por muita alegria, partilha, confraternização e união. Este ano, não é assim para muitas pessoas: muitos dos nossos irmãos que foram vítimas do devastador ciclone Idai, em Moçambique, este Natal fica marcado por sentimentos de dor, consternação e saudades de todos e de tudo o que perdemos durante a intempérie.
O regresso às aulas depois da destruição provocada pelo ciclone Idai, que em Março atingiu a região centro de Moçambique, tornou-se realidade para 50 crianças, graças ao apoio da organização não-governamental portuguesa Sopro que, em parceria com a Associação Amigos da Montanha, ajudou a equipar uma sala de aula em Moçambique com capacidade para 50 alunos sentados.
“Resistir ao Idai” é o título de uma exposição de fotografias sobre a tragédia que varreu o centro de Moçambique em março deste ano, presente no salão nobre da Casa da Imprensa, em Lisboa, até ao próximo dia 5 de setembro de 2019 (de segunda a sexta, 14h30-19h30).
Depois de o ciclone Idai ter destruído a região centro de Moçambique, em Março, e da primeira ajuda de emergência às populações atingidas, inicia-se agora a fase de reconstrução. A Cáritas está na linha da frente do apoio, com 2,3 milhões de euros. Agriculturam habitação, água e saneamento são algumas das áreas prioritárias.
“Sabes, provocamos muito a terra.” E é verdade! Isso fez-me recordar do poema que se encontra em epígrafe: a terra anseia pelo nosso carinho, pelo nosso cuidado; entretanto, pouco parámos para agir sobre isso. E estamos todos doentes, nós e a terra.
Dois anos após a devastação causada pelo ciclone Idai, a 11 de março de 2019, a que se seguiu, sete semanas depois, o furacão Kenneth, mais de 22 mil moçambicanos continuam a ser apoiados pela Cáritas Portuguesa, Associação de Defesa do Património de Mértola, Associação Luarte e Cáritas Moçambicana, coordenadas pela Oikos. O programa ajuda as famílias mais afetadas a assegurar, de forma autónoma e sustentável, a satisfação das necessidades alimentares e nutricionais do agregado familiar.
O dia do Natal é marcado por muita alegria, partilha, confraternização e união. Este ano, não é assim para muitas pessoas: muitos dos nossos irmãos que foram vítimas do devastador ciclone Idai, em Moçambique, este Natal fica marcado por sentimentos de dor, consternação e saudades de todos e de tudo o que perdemos durante a intempérie.
O regresso às aulas depois da destruição provocada pelo ciclone Idai, que em Março atingiu a região centro de Moçambique, tornou-se realidade para 50 crianças, graças ao apoio da organização não-governamental portuguesa Sopro que, em parceria com a Associação Amigos da Montanha, ajudou a equipar uma sala de aula em Moçambique com capacidade para 50 alunos sentados.
“Resistir ao Idai” é o título de uma exposição de fotografias sobre a tragédia que varreu o centro de Moçambique em março deste ano, presente no salão nobre da Casa da Imprensa, em Lisboa, até ao próximo dia 5 de setembro de 2019 (de segunda a sexta, 14h30-19h30).
Depois de o ciclone Idai ter destruído a região centro de Moçambique, em Março, e da primeira ajuda de emergência às populações atingidas, inicia-se agora a fase de reconstrução. A Cáritas está na linha da frente do apoio, com 2,3 milhões de euros. Agriculturam habitação, água e saneamento são algumas das áreas prioritárias.
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembro novidadeEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízes novidadeNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinha novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.