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Uma voz que clamou pela Justiça. Homenagem a Luís Moita (1939-2023)

Uma voz que clamou pela Justiça. Homenagem a Luís Moita (1939-2023)

  Lembro-me de ser um jovem estudante de Teologia, da Igreja Presbiteriana, quando encontrei o Luís, na década de 1960, uma época de forte turbulência, mas igualmente de intensos debates e reflexões sobre o papel da Igreja na sociedade. Foi durante um colóquio...

A diversidade que nos constrói

A diversidade que nos constrói

Em 1969 é inaugurado na Figueira da Foz um espaço de diálogo, academia, tertúlia, conhecimento, confiança, encontro da diversidade. Foi, durante muitos anos, numa sociedade sem liberdade de expressão, avessa ao pluralismo e valorização da diferença como tensão criadora, um local onde pessoas, mulheres e homens, se faziam encontro, partilha e onde quem chegava dava a sua visão e regressava mais rico em ideias.

Evangélicos no poder: “pureza” ou escondimento?

Evangélicos no poder: “pureza” ou escondimento?

Maria Angélica Martins parte da História para lembrar que os evangélicos não são tão “irmãos em Cristo” como fazem crer; historicamente existem incontáveis conflitos e disputas teológicas internas. E traz o caso de Milton Ribeiro, ex-ministro da Educação, no Brasil, que não foi o único calvinista a assumir uma pasta do governo Bolsonaro.

Igreja Presbiteriana condena invasão da Ucrânia

Recordando lição da II Guerra Mundial

Igreja Presbiteriana condena invasão da Ucrânia

A Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal condena a “invasão de um país soberano e apela a uma retirada das tropas, a um cessar fogo, a uma ação concertada de todos para cuidar das vítimas e reconstruir um país que está a ser intencionalmente arrasado”. Num comunicado divulgado na quinta-feira, dia 10, a Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal afirma ainda que “ora por todas as mulheres, homens e crianças: ucranianos e russos que desejam a paz, mas que são arrastados para a guerra por interesses geopolíticos que se estão a sobrepor ao valor intrínseco de cada vida humana criada por Deus”.

A busca de Jesus – em memória de Dimas Almeida

A busca de Jesus – em memória de Dimas Almeida

Num testamento deixado à família e ao Grupo de Carcavelos, Dimas Almeida cita a célebre pergunta que Jesus fez aos seus discípulos: “Quem dizeis vós que eu sou?” É espantoso que esse texto (Marcos 8: 27-35) esteja incluído no evangelho deste dia litúrgico, precisamente quando evocamos a memória do nosso amigo, e tenha sido citada no último texto que nos legou.

Dimas de Almeida e a renúncia a si mesmo

Dimas de Almeida e a renúncia a si mesmo

Ao lembrar hoje o meu amigo, o nosso amigo e irmão Dimas, recordo como, no fundo, foi isso mesmo que, na sua fé operativa, ele nos testemunhou: a unidade na caridade. Para lá dos detalhes – sem dúvida importantes – das doutrinas, e da tradição rica e plural dos rituais; congregando a multiplicidade de tantos caminhos percorridos, está a disciplina maior de nos descobrirmos imanados no seguimento de Cristo.

Dimas de Almeida (1937-2021): Protestante livre, apaixonado pela Bíblia e “católico”

Um perfil biográfico

Dimas de Almeida (1937-2021): Protestante livre, apaixonado pela Bíblia e “católico”

A PIDE entrou-lhe um dia em casa mas não levou o livro “mais perigoso” que ele lá tinha: a Bíblia. Dimas de Almeida, que morreu no passado dia 11, tinha no texto sagrado dos judeus e cristãos uma das suas marcas indeléveis. Personalidade livre, que buscava incessantemente o rigor, deixou marcas indeléveis nas pessoas que com ele se cruzaram e foi um dos rostos marcantes do diálogo ecuménico com católicos, nas últimas décadas. Um antigo aluno fala de alguém que fazia um “trabalho de relojoaria” na exigência que colocava a si mesmo e aos outros.

Gratidão

Último texto de Dimas de Almeida

Gratidão

Na sua última hospitalização, há três meses, Dimas de Almeida escreveu um texto onde fala da sua vida e do Grupo Ecuménico de Carcavelos, cuja experiência animou. Com autorização da família, o 7MARGENS divulga-o aqui, tendo em conta o facto de ser o último texto escrito pelo pastor presbiteriano, que morreu na passada quarta-feira, 11 de Agosto.

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Evangélicos no poder: “pureza” ou escondimento?

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“Depressa passas de bestial a besta”

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