5.680 instituições particulares de solidariedade social. 340 mil trabalhadores. 800 mil utentes. 300 mil idosos. É este o Sector Social Solidário em Portugal: cuidar dos outros todos os dias, 7 dias por semana, 24 horas por dia.
5.680 instituições particulares de solidariedade social. 340 mil trabalhadores. 800 mil utentes. 300 mil idosos. É este o Sector Social Solidário em Portugal: cuidar dos outros todos os dias, 7 dias por semana, 24 horas por dia.
A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e a União das Misericórdias Portuguesas defendem que os idosos infetados com covid-19, mesmo que não necessitem de internamento hospitalar, não podem regressar às instituições onde vivem pelo risco de infeção que representam para os outros utentes, devendo o Governo providenciar uma solução a nível nacional para que estes doentes possam ser acolhidos em espaços alternativos.
Em articulação com as câmaras municipais, juntas de freguesia, e instituições como o Banco Alimentar, a Igreja tem-se desmultiplicado em esforços para chegar aos mais idosos, pobres e sem-abrigo, e também para apoiar os serviços e técnicos de saúde. À falta de um antivírus, a Igreja tem a solidariedade.
No interior do país as Instituições de Solidariedade Social (IPSS) constituem uma rede de apoio de proximidade vital para amparar os idosos que vivem sozinhos sem os retirar do seu meio.
Parcerias entre organizações solidárias e empresas são um suporte de projetos de apoio social pouco explorado. A investigação propõe um modelo de comunicação estratégica onde as organizações solidárias podem assumir uma posição paritária face às empresas.
Dez horas por semana – é o tempo a mais em relação à média europeia que os bebés e as crianças portuguesas passam nas creches, amas e jardins-de-infância. Os dados foram publicados num relatório anual preparado pelo Conselho Nacional de Educação.
A importância estratégica do sector social e solidário foi assumida pelo Estado desde há várias décadas, tendo sido assinado em 1996 o Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social, enquanto instrumento que visava “criar condições para o desenvolvimento da estratégia de cooperação entre as instituições do sector social, que prosseguem fins de solidariedade social, a Administração Central e as Administrações Regional e Local”.
As IPSS caracterizam-se por dar resposta a necessidades que as populações identificam e experimentam no seu dia-a-dia, prestando serviços e gerindo equipamentos sociais ao mesmo tempo que, localmente, contribuem para a solução de problemas de emprego.
5.680 instituições particulares de solidariedade social. 340 mil trabalhadores. 800 mil utentes. 300 mil idosos. É este o Sector Social Solidário em Portugal: cuidar dos outros todos os dias, 7 dias por semana, 24 horas por dia.
A Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade e a União das Misericórdias Portuguesas defendem que os idosos infetados com covid-19, mesmo que não necessitem de internamento hospitalar, não podem regressar às instituições onde vivem pelo risco de infeção que representam para os outros utentes, devendo o Governo providenciar uma solução a nível nacional para que estes doentes possam ser acolhidos em espaços alternativos.
Em articulação com as câmaras municipais, juntas de freguesia, e instituições como o Banco Alimentar, a Igreja tem-se desmultiplicado em esforços para chegar aos mais idosos, pobres e sem-abrigo, e também para apoiar os serviços e técnicos de saúde. À falta de um antivírus, a Igreja tem a solidariedade.
No interior do país as Instituições de Solidariedade Social (IPSS) constituem uma rede de apoio de proximidade vital para amparar os idosos que vivem sozinhos sem os retirar do seu meio.
Parcerias entre organizações solidárias e empresas são um suporte de projetos de apoio social pouco explorado. A investigação propõe um modelo de comunicação estratégica onde as organizações solidárias podem assumir uma posição paritária face às empresas.
Dez horas por semana – é o tempo a mais em relação à média europeia que os bebés e as crianças portuguesas passam nas creches, amas e jardins-de-infância. Os dados foram publicados num relatório anual preparado pelo Conselho Nacional de Educação.
A importância estratégica do sector social e solidário foi assumida pelo Estado desde há várias décadas, tendo sido assinado em 1996 o Pacto de Cooperação para a Solidariedade Social, enquanto instrumento que visava “criar condições para o desenvolvimento da estratégia de cooperação entre as instituições do sector social, que prosseguem fins de solidariedade social, a Administração Central e as Administrações Regional e Local”.
As IPSS caracterizam-se por dar resposta a necessidades que as populações identificam e experimentam no seu dia-a-dia, prestando serviços e gerindo equipamentos sociais ao mesmo tempo que, localmente, contribuem para a solução de problemas de emprego.
Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidadeO Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Brasil, Religião e Poder]
Nossa Senhora e as trincheiras da campanha eleitoral brasileiraA controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida mostra a dificuldade, cada vez maior, do Estado brasileiro de separar a mediação jurídica das identidades políticas e religiosas que cercam seus protagonistas
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinasNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
[Arquipélago Jerusalém]
O meu tio FredContra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].
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