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Palavras de arrojo, motivo de esperança

Opinião

Palavras de arrojo, motivo de esperança

O presente ano jubilar da Igreja Católica decorre sob o signo da Esperança. Pessoalmente, vi várias razões para sentir esperança relativamente à instituição a que D. José pertence, depois de ter reflectido sobre o alcance das suas palavras. Dois aspectos chamaram a minha atenção. [A opinião de Frederico Lourenço]

A falácia de J.D. Vance

A falácia de J.D. Vance

O vice-presidente dos Estados Unidos, católico confesso, postou na rede social X, em 31 de janeiro de 2025, uma mensagem em defesa da atual política migratória do seu país: “Basta pesquisar ‘ordo amoris’ no Google. Além disso, a ideia de que não existe uma hierarquia de obrigações viola o bom senso básico” (tradução nossa). [Texto de Porfírio Pinto].

A democracia não é eterna

[À Margem]

A democracia não é eterna

“Sim. É preciso lutar pela ‘democracia de tradição europeia, liberal, plena e total’. Pode parecer um propósito inócuo, mas é uma tarefa urgente. É preciso que as últimas palavras não sejam as da intimidação e da violência.”

2025: A banalização do abominável

2025: A banalização do abominável

Chegámos a um ponto da história do mundo em que defender a democracia, a decência humana, o respeito pelos outros, a justiça, a liberdade, a proteção dos mais fracos, o direito à privacidade, o protesto contra genocídios, a solidariedade com os invadidos, trucidados, explorados até ao tutano, é considerado “estúpido”. [Texto de Teresa Toldy]

Quem é o meu próximo?

Quem é o meu próximo?

Foi com grande surpresa que li a suposta justificação teológica da deportação massiva de imigrantes que está a desencadear-se atualmente nos Estados Unidos, por parte do seu vice-presidente, J. D. Vance, um católico convertido. Colocou-se este dessa forma contra a posição do Papa Francisco e dos bispos desse país, que já então haviam manifestado a sua clara oposição a essa deportação. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Defender “iniciativas de ajuda baseadas na fé” e extinguir a USAID é um “choque violento”

Polémica envolve grupos religiosos

Defender “iniciativas de ajuda baseadas na fé” e extinguir a USAID é um “choque violento”

Ouvir o vice-presidente JD Vance louvar “iniciativas de ajuda baseadas na fé”, garantir que ele e o Presidente Trump estão “empenhados em promover a liberdade religiosa em todo o mundo como um valor americano e cristão” e, ao mesmo tempo, liquidarem a agência USAID que “sempre deu prioridade à ação dos grupos religiosos” na ajuda aos países mais pobres é “um choque violento” – acusa Adam Nicholas Phillips, que foi o principal funcionário da administração Biden naquela agência.

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O presente ano jubilar da Igreja Católica decorre sob o signo da Esperança. Pessoalmente, vi várias razões para sentir esperança relativamente à instituição a que D. José pertence, depois de ter reflectido sobre o alcance das suas palavras. Dois aspectos chamaram a minha atenção. [A opinião de Frederico Lourenço]

A falácia de J.D. Vance

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O vice-presidente dos Estados Unidos, católico confesso, postou na rede social X, em 31 de janeiro de 2025, uma mensagem em defesa da atual política migratória do seu país: “Basta pesquisar ‘ordo amoris’ no Google. Além disso, a ideia de que não existe uma hierarquia de obrigações viola o bom senso básico” (tradução nossa). [Texto de Porfírio Pinto].

A democracia não é eterna

[À Margem]

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“Sim. É preciso lutar pela ‘democracia de tradição europeia, liberal, plena e total’. Pode parecer um propósito inócuo, mas é uma tarefa urgente. É preciso que as últimas palavras não sejam as da intimidação e da violência.”

2025: A banalização do abominável

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Chegámos a um ponto da história do mundo em que defender a democracia, a decência humana, o respeito pelos outros, a justiça, a liberdade, a proteção dos mais fracos, o direito à privacidade, o protesto contra genocídios, a solidariedade com os invadidos, trucidados, explorados até ao tutano, é considerado “estúpido”. [Texto de Teresa Toldy]

Quem é o meu próximo?

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Foi com grande surpresa que li a suposta justificação teológica da deportação massiva de imigrantes que está a desencadear-se atualmente nos Estados Unidos, por parte do seu vice-presidente, J. D. Vance, um católico convertido. Colocou-se este dessa forma contra a posição do Papa Francisco e dos bispos desse país, que já então haviam manifestado a sua clara oposição a essa deportação. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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