Fidelidade à classe operária e fidelidade a Jesus Cristo. Nesta dupla dimensão se alimenta a “mística do movimento operário”, na “necessidade de agir, com todos, com outros, na melhoria das condições de vida e na dignidade da própria pessoa”. “Foi nas reflexões da JOC, Juventude Operária Católica, que ganhei consciência sindical”, sintetiza Emídio Martins, militante da JOC e da LOC, que pertenceu também à comissão executiva da CGTP.












