Quando o Papa Francisco nasceu ainda não era papa, é claro, nem tinha as condições que em 2013 lhe permitiram ser o escolhido. Era pequenino, como todos os outros bebés, chamava-se Jorge Mario Bergoglio, o que o tornava de certo modo único, tal como o seu ADN. Mas nada prenunciava um qualquer futuro. Como qualquer criança humana, era sobretudo moldável pela casa que lhe iria dar forma. [Texto de José Alves Jana].










