José Rui Teixeira lega agora à contemporaneidade e, principalmente, à perenidade da poesia portuguesa, cinquenta poemas que compõem o nupérrimo “Ossário”. Uma leitura de Rui Jorge Teixeira.
Livro de José Rui Teixeira
Ossário: casa da teofaniaJosé Rui Teixeira lega agora à contemporaneidade e, principalmente, à perenidade da poesia portuguesa, cinquenta poemas que compõem o nupérrimo “Ossário”. Uma leitura de Rui Jorge Teixeira.
José Rui Teixeira em ottobrata transumante
UZUMELi e reli UZUME. Vezes sem conta, devo confessar. Quando José Rui Teixeira me solicitou que apresentasse este seu livro, ignorava a escrita ‘estilhaçada’, como ressonância da sua voz, a refulgir desde certos silêncios telúricos. De um habitante a convidar, digamos assim, para «um lugar desprotegido». O dele, nem mais. Imaginava, porém, que algo o tangia para abraçar o corpo ― primeiro o dela e, supostamente, outros mais ―, após um qualquer tumulto. [Texto de Joaquim Félix de Carvalho].
Podcast 7MARGENS/Antena 1
A poesia, a fatura das obras do Bom Jesus e a teologia“A poesia serve para tudo e não serve para nada. É sempre muito angustiante quando colocamos a pergunta” sobre a sua utilidade, “porque ela traz uma pequena malícia, a malícia do mundo pragmático em que nós vivemos e a utilidade das coisas”, afirma José Rui Teixeira, editor da Officium Lectionis, em entrevista ao último programa 7MARGENS na Antena 1.
Edição integral até 2025
Pascoaes e o primeiro volume da sua “Obra Poética”No próximo sábado, dia 4, às 16h, será apresentado na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, em Amarante, o primeiro de cinco volumes a publicar até 2025, nos quais se reúne a obra poética de Teixeira de Pascoaes. A apresentação estará a cargo de José Rui Teixeira, diretor da Cátedra Poesia e Transcendência, da Universidade Católica, e editor da Officium Lectionis, que edita as obras.
Fátima
Irmã Lúcia, a vidente políticaNo dia 13 de Maio de 1917, a pequena Lúcia pergunta: “Quando acaba a guerra?” Mais tarde, intercede pelo médico comunista do convento onde vive, na Galiza… Mística, prática, ingénua, sem opiniões próprias no campo político, foi ditando modos de ver a guerra, o comunismo, o papel de Salazar. Uma vidente nos meandros da política.
Padre e filósofo
O poeta viajante Hugo Mujica vem ao PortoO poeta argentino Hugo Mujica, presbítero, filósofo e artista plástico vem a Portugal na próxima semana apresentar uma nova antologia da sua obra, com o título “Tudo o que arde morre iluminando”, numa edição bilingue da editora portuense Officium Lectionis, de José Rui Teixeira.
São os sinais dos tempos: depois de termos convertido oficiosamente em museus as basílicas da Sagrada Família, em Barcelona, ou a de São Pedro de Roma, ficamos indignados e/ou desolados com a decisão de reconverter Santa Sofia numa mesquita.
Concretizar a possibilidade de uma perspectiva não necessariamente ortodoxa sobre os “lugares da interrogação de Deus” na poesia, na arte e na literatura é a ideia principal do colóquio internacional Trazida ao Espanto da Luz, que decorre esta sexta e sábado, 8 e 9 de Novembro, no polo do Porto da Universidade Católica Portuguesa (UCP).
Livro de José Rui Teixeira
Ossário: casa da teofaniaJosé Rui Teixeira lega agora à contemporaneidade e, principalmente, à perenidade da poesia portuguesa, cinquenta poemas que compõem o nupérrimo “Ossário”. Uma leitura de Rui Jorge Teixeira.
José Rui Teixeira em ottobrata transumante
UZUMELi e reli UZUME. Vezes sem conta, devo confessar. Quando José Rui Teixeira me solicitou que apresentasse este seu livro, ignorava a escrita ‘estilhaçada’, como ressonância da sua voz, a refulgir desde certos silêncios telúricos. De um habitante a convidar, digamos assim, para «um lugar desprotegido». O dele, nem mais. Imaginava, porém, que algo o tangia para abraçar o corpo ― primeiro o dela e, supostamente, outros mais ―, após um qualquer tumulto. [Texto de Joaquim Félix de Carvalho].
Podcast 7MARGENS/Antena 1
A poesia, a fatura das obras do Bom Jesus e a teologia“A poesia serve para tudo e não serve para nada. É sempre muito angustiante quando colocamos a pergunta” sobre a sua utilidade, “porque ela traz uma pequena malícia, a malícia do mundo pragmático em que nós vivemos e a utilidade das coisas”, afirma José Rui Teixeira, editor da Officium Lectionis, em entrevista ao último programa 7MARGENS na Antena 1.
Edição integral até 2025
Pascoaes e o primeiro volume da sua “Obra Poética”No próximo sábado, dia 4, às 16h, será apresentado na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira, em Amarante, o primeiro de cinco volumes a publicar até 2025, nos quais se reúne a obra poética de Teixeira de Pascoaes. A apresentação estará a cargo de José Rui Teixeira, diretor da Cátedra Poesia e Transcendência, da Universidade Católica, e editor da Officium Lectionis, que edita as obras.
Fátima
Irmã Lúcia, a vidente políticaNo dia 13 de Maio de 1917, a pequena Lúcia pergunta: “Quando acaba a guerra?” Mais tarde, intercede pelo médico comunista do convento onde vive, na Galiza… Mística, prática, ingénua, sem opiniões próprias no campo político, foi ditando modos de ver a guerra, o comunismo, o papel de Salazar. Uma vidente nos meandros da política.
Padre e filósofo
O poeta viajante Hugo Mujica vem ao PortoO poeta argentino Hugo Mujica, presbítero, filósofo e artista plástico vem a Portugal na próxima semana apresentar uma nova antologia da sua obra, com o título “Tudo o que arde morre iluminando”, numa edição bilingue da editora portuense Officium Lectionis, de José Rui Teixeira.
São os sinais dos tempos: depois de termos convertido oficiosamente em museus as basílicas da Sagrada Família, em Barcelona, ou a de São Pedro de Roma, ficamos indignados e/ou desolados com a decisão de reconverter Santa Sofia numa mesquita.
Concretizar a possibilidade de uma perspectiva não necessariamente ortodoxa sobre os “lugares da interrogação de Deus” na poesia, na arte e na literatura é a ideia principal do colóquio internacional Trazida ao Espanto da Luz, que decorre esta sexta e sábado, 8 e 9 de Novembro, no polo do Porto da Universidade Católica Portuguesa (UCP).
[Olhar de teóloga]
Tinha 73 anos novidadeDecidi que, sempre que, infelizmente, escrever sobre o suicídio de um padre, vou intitular o artigo com a idade daquele que não encontrou outra saída.
Bernard Card, da diocese de Dijon, em França, suicidou-se na casa paroquial. Ao que parece, era um padre activo, envolvido em várias atividades diocesanas e de trato fácil e próximo. [Texto de Cristina Inogés Sanz]
[Metáforas vivas]
Ide às encruzilhadas dos caminhos novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 11 de outubro, [domingo xxviii do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre o quadro e o mundo (32)]
Menos grelhas para preencher, mais pensamento em conjunto? O desafio da colaboração nas escolas novidadeTer reuniões marcadas, tempo reservado nos horários e instrumentos para registar o trabalho conjunto não significa necessariamente que exista colaboração entre professores. No novo episódio do podcast “Entre o Quadro e o Mundo”, Luís Francisco Marques questiona uma escola cada vez mais capaz de organizar e medir o que é feito por todos, mas nem sempre capaz de criar uma cultura em que os professores pensem verdadeiramente em conjunto.
Evocação
Pai Telmo: homem de testemunho eloquente novidadeA morte e a noite caíram sobre nós demasiado depressa com a notícia do falecimento de Pai Telmo. Os seus 100 anos foram um sopro veloz que não deixou ninguém indiferente e a sua dedicação à Igreja dos mais pobres uma brisa que suavizou muitas dores. [Texto de padre José Alfredo].
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