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O funeral de Ratzinger e a herança de Bento XVI

Editorial 7M

O funeral de Ratzinger e a herança de Bento XVI

Nesta quinta-feira, ocorre no Vaticano um acontecimento inédito na história do catolicismo: um papa preside ao funeral do seu antecessor. Isso deve-se ao caminho aberto por Ratzinger em 2013, quando abdicou do pontificado para que havia sido eleito em 2005. Nesse gesto exprimiu-se a sabedoria de quem assume a limitação de ser humano.

Um intelectual na cadeira do pescador

[Leituras de um pontificado – 6]

Um intelectual na cadeira do pescador

Bento XVI deixou marcas enquanto prefeito da Congregação da Doutrina da Fé e, apesar da sua idade avançada, parecia talhado para um pontificado forte, que apostaria em devolver prestígio ao cristianismo, sobretudo numa Europa em crise de identidade e de valores. Mas arrisca-se, afinal, a que a história o venha a olhar como um Papa de transição e que o escândalo dos abusos sexuais domine a imagem que o futuro fará do seu mandato.

Uma vida de serviço inteligente à Igreja

Bento XVI

Uma vida de serviço inteligente à Igreja

As últimas palavras de Joseph Ratzinger, na língua materna alemã, “Jesus, eu te amo” representam o essencial do seu discurso teológico, iluminam o núcleo da sua dedicação ao serviço do Evangelho, constituem a força das suas decisões, sobretudo a de renunciar ao papado.

O “último” Papa europeu que protagonizou a grande ruptura católica

Joseph Ratzinger/Bento XVI (1927-2022)

O “último” Papa europeu que protagonizou a grande ruptura católica

O Papa visto como ortodoxo e guardião da tradição introduziu a grande ruptura no papado; o teólogo adepto do diálogo entre a fé e a razão não permitiu que outros teólogos investigassem com liberdade; o homem tímido e reservado escreveu a encíclica “Deus é Amor” (Deus Caritas Est), na qual fala das dimensões do amor e da caridade como ágape e eros, linguagens pouco habituais no discurso eclesiástico.

O funeral de Ratzinger e a herança de Bento XVI

Editorial 7M

O funeral de Ratzinger e a herança de Bento XVI

Nesta quinta-feira, ocorre no Vaticano um acontecimento inédito na história do catolicismo: um papa preside ao funeral do seu antecessor. Isso deve-se ao caminho aberto por Ratzinger em 2013, quando abdicou do pontificado para que havia sido eleito em 2005. Nesse gesto exprimiu-se a sabedoria de quem assume a limitação de ser humano.

Um intelectual na cadeira do pescador

[Leituras de um pontificado – 6]

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Bento XVI deixou marcas enquanto prefeito da Congregação da Doutrina da Fé e, apesar da sua idade avançada, parecia talhado para um pontificado forte, que apostaria em devolver prestígio ao cristianismo, sobretudo numa Europa em crise de identidade e de valores. Mas arrisca-se, afinal, a que a história o venha a olhar como um Papa de transição e que o escândalo dos abusos sexuais domine a imagem que o futuro fará do seu mandato.

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As últimas palavras de Joseph Ratzinger, na língua materna alemã, “Jesus, eu te amo” representam o essencial do seu discurso teológico, iluminam o núcleo da sua dedicação ao serviço do Evangelho, constituem a força das suas decisões, sobretudo a de renunciar ao papado.

O “último” Papa europeu que protagonizou a grande ruptura católica

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Últimas Notícias

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidade

No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

Guerras e mudanças de regime novidade

Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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