AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

25 de Abril e dignidade humana: duas faces da mesma moeda

[Entre Margens]

25 de Abril e dignidade humana: duas faces da mesma moeda

Celebrar o 25 de Abril é revisitar a memória daquilo que jamais queremos voltar  a viver. Com a Revolução de Abril abriram-se caminhos para a recuperação do respeito, incondicional, por essa dignidade. Mas esta caminhada tem sido mais lenta que o expectável. [Texto de Eugénio Fonseca].

A liberdade entre direito e responsabilidade

Livro

A liberdade entre direito e responsabilidade

Em Liberdade: direito ou responsabilidade? Robert Nozick e o Pensamento Social Católico em confronto, Dina Matos Ferreira revisita uma das grandes questões da filosofia política: o que significa, afinal, ser livre? O mérito do livro está, desde logo, em colocar frente a frente duas tradições habitualmente lidas como inconciliáveis.

2025 – O ano da mulher selvagem

2025 – O ano da mulher selvagem

A mulher selvagem tomou a minha vida de assalto ou, pelo menos, o meu instagram. Ainda bem, já era tempo de nos reencontrarmos. Todos nos cruzámos com ela, pelo menos uma vez na vida. Espero bem que sim. Demos por ter entrado no café, pelo qualquer coisa na voz ou na cadência da passada que nos fez instintivamente voltar a cabeça na sua direcção. [Texto de Marta Saraiva].

Podes voltar, amigo Jorge.

Podes voltar, amigo Jorge.

Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].

Deus abandonou-nos?…

Deus abandonou-nos?…

“Houve um tempo em que pensei ter esta geração “achado graça junto de Deus”. Os povos do Sul da América Latina libertaram-se das ditaduras militares e centenas de milhões na Europa do Leste puseram termo aos regimes comunistas que os sufocavam. Mas agora as notícias sobre o mau estado do mundo não são seguramente exageradas. Deus abandonou-nos?”

“c” de Casa Branca

[Dicionário particular]

“c” de Casa Branca

“Na sala oval da Casa Branca, abriram-se fendas na estrutura, tremeu a fundação. Histórias não contadas, (in)verdades, discursos, retórica, medo, promessas que, afinal, não se vão cumprir.” – A reflexão de Júlia Costa, para ler no 7MARGENS.

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

[Moçambique, margem Sul]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.

25 de Abril e dignidade humana: duas faces da mesma moeda

[Entre Margens]

25 de Abril e dignidade humana: duas faces da mesma moeda

Celebrar o 25 de Abril é revisitar a memória daquilo que jamais queremos voltar  a viver. Com a Revolução de Abril abriram-se caminhos para a recuperação do respeito, incondicional, por essa dignidade. Mas esta caminhada tem sido mais lenta que o expectável. [Texto de Eugénio Fonseca].

A liberdade entre direito e responsabilidade

Livro

A liberdade entre direito e responsabilidade

Em Liberdade: direito ou responsabilidade? Robert Nozick e o Pensamento Social Católico em confronto, Dina Matos Ferreira revisita uma das grandes questões da filosofia política: o que significa, afinal, ser livre? O mérito do livro está, desde logo, em colocar frente a frente duas tradições habitualmente lidas como inconciliáveis.

2025 – O ano da mulher selvagem

2025 – O ano da mulher selvagem

A mulher selvagem tomou a minha vida de assalto ou, pelo menos, o meu instagram. Ainda bem, já era tempo de nos reencontrarmos. Todos nos cruzámos com ela, pelo menos uma vez na vida. Espero bem que sim. Demos por ter entrado no café, pelo qualquer coisa na voz ou na cadência da passada que nos fez instintivamente voltar a cabeça na sua direcção. [Texto de Marta Saraiva].

Podes voltar, amigo Jorge.

Podes voltar, amigo Jorge.

Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].

Deus abandonou-nos?…

Deus abandonou-nos?…

“Houve um tempo em que pensei ter esta geração “achado graça junto de Deus”. Os povos do Sul da América Latina libertaram-se das ditaduras militares e centenas de milhões na Europa do Leste puseram termo aos regimes comunistas que os sufocavam. Mas agora as notícias sobre o mau estado do mundo não são seguramente exageradas. Deus abandonou-nos?”

“c” de Casa Branca

[Dicionário particular]

“c” de Casa Branca

“Na sala oval da Casa Branca, abriram-se fendas na estrutura, tremeu a fundação. Histórias não contadas, (in)verdades, discursos, retórica, medo, promessas que, afinal, não se vão cumprir.” – A reflexão de Júlia Costa, para ler no 7MARGENS.

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

[Moçambique, margem Sul]

Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorte

Em 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest