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Liberdade é Deus

Liberdade é Deus

Liberdade é incondicionalidade. Incondicional só Deus. É a Liberdade absoluta. Que mais apropriada designação poderemos nós, condicionados, atribuir a Deus? Nós, que mais ambicionamos que superar os nossos condicionamentos, que mais ambicionamos senão libertar-nos? Para Deus se orientam as nossas ambições, os nossos desejos, que, infelizmente, trocamos por ídolos que nos condicionam.

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

No Museu Diocesano de Santarém

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

Poderá haver quem fique chocado com algumas das peças e instalações que integram a exposição “LIBERDADE GARANTIDA” (escrito assim mesmo, em letras garrafais), que é inaugurada este sábado, 20 de abril, no Museu Diocesano de Santarém. Mas talvez isso até seja positivo, diz o autor, Miguel Cardoso. Porque esta exposição “é uma chamada de atenção, um grito de alerta e de revolta que gostaria que se tornasse num agitar de consciências para a duríssima realidade da perseguição religiosa”, explica. Aqueles que se sentirem preparados, ou simplesmente curiosos, podem visitá-la até ao final do ano.

A família nos dias de hoje e não no passado

A família nos dias de hoje e não no passado

Quando dúvidas e confusões surgem no horizonte, importa deixar claro que a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, aprovada pelo Concílio Vaticano II nos apresenta uma noção de família, que recusa uma ideia passadista e fechada, rígida e uniforme. Eis por que razão devemos reler os ensinamentos conciliares, de acordo com a atual perspetiva sinodal proposta pelo Papa Francisco, baseada na liberdade e na responsabilidade.

A Poesia na Rua

A Poesia na Rua

“É preciso ajudar. Ajudar quem gostaria que a poesia estivesse na rua, que a alegria fosse um privilégio de todos. Ajudá-los contra os que lubrificam a máquina do cinismo e do ódio.” – A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, na rubrica À Margem desta semana.

Cantamos à mesa

Cantamos à mesa

«Enquanto os membros do 1143 faziam saudações nazi e gritavam “Salazar, Salazar”, os contramanifestantes gritaram frases sobre o 25 de Abril. Além dos antifascistas, pessoas que passavam pelo local, um dos mais movimentados da cidade, juntaram-se ao coro. Cidadãos do Porto que acompanharam os atos afirmaram ao DN que “há muitos anos” não viam nada semelhante na Invicta.» DN, 6 de abril de 2024. [Texto de Sara Leão]

Agente Neves

Agente Neves

Lia às escondidas desde que aprendera a dar significado às palavras juntando letras. Sonhava, e nesse sonho o mundo era livre, tão livre que só a imaginação – essa imaginação dos poetas, que trespassa quem os lê –, só a imaginação importava. O mundo era uma balança a pesar em pratos de páginas lidas. Não havia lei, nem censura, nem capas proibidas. Havia histórias a eternizar os acontecimentos da linha do tempo. [Texto de Ana Sofia Brito]

Liberdade é Deus

Liberdade é Deus

Liberdade é incondicionalidade. Incondicional só Deus. É a Liberdade absoluta. Que mais apropriada designação poderemos nós, condicionados, atribuir a Deus? Nós, que mais ambicionamos que superar os nossos condicionamentos, que mais ambicionamos senão libertar-nos? Para Deus se orientam as nossas ambições, os nossos desejos, que, infelizmente, trocamos por ídolos que nos condicionam.

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

No Museu Diocesano de Santarém

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

Poderá haver quem fique chocado com algumas das peças e instalações que integram a exposição “LIBERDADE GARANTIDA” (escrito assim mesmo, em letras garrafais), que é inaugurada este sábado, 20 de abril, no Museu Diocesano de Santarém. Mas talvez isso até seja positivo, diz o autor, Miguel Cardoso. Porque esta exposição “é uma chamada de atenção, um grito de alerta e de revolta que gostaria que se tornasse num agitar de consciências para a duríssima realidade da perseguição religiosa”, explica. Aqueles que se sentirem preparados, ou simplesmente curiosos, podem visitá-la até ao final do ano.

A família nos dias de hoje e não no passado

A família nos dias de hoje e não no passado

Quando dúvidas e confusões surgem no horizonte, importa deixar claro que a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, aprovada pelo Concílio Vaticano II nos apresenta uma noção de família, que recusa uma ideia passadista e fechada, rígida e uniforme. Eis por que razão devemos reler os ensinamentos conciliares, de acordo com a atual perspetiva sinodal proposta pelo Papa Francisco, baseada na liberdade e na responsabilidade.

A Poesia na Rua

A Poesia na Rua

“É preciso ajudar. Ajudar quem gostaria que a poesia estivesse na rua, que a alegria fosse um privilégio de todos. Ajudá-los contra os que lubrificam a máquina do cinismo e do ódio.” – A reflexão de Eduardo Jorge Madureira, na rubrica À Margem desta semana.

Cantamos à mesa

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«Enquanto os membros do 1143 faziam saudações nazi e gritavam “Salazar, Salazar”, os contramanifestantes gritaram frases sobre o 25 de Abril. Além dos antifascistas, pessoas que passavam pelo local, um dos mais movimentados da cidade, juntaram-se ao coro. Cidadãos do Porto que acompanharam os atos afirmaram ao DN que “há muitos anos” não viam nada semelhante na Invicta.» DN, 6 de abril de 2024. [Texto de Sara Leão]

Agente Neves

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Lia às escondidas desde que aprendera a dar significado às palavras juntando letras. Sonhava, e nesse sonho o mundo era livre, tão livre que só a imaginação – essa imaginação dos poetas, que trespassa quem os lê –, só a imaginação importava. O mundo era uma balança a pesar em pratos de páginas lidas. Não havia lei, nem censura, nem capas proibidas. Havia histórias a eternizar os acontecimentos da linha do tempo. [Texto de Ana Sofia Brito]

Últimas Notícias

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Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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