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Morreste-me, mãe!

Morreste-me, mãe!

“Morreste-me, mãe! E estas grades impediram-me de te ir dar o último beijo frio. Ouvia dizer por aqui que dos maiores medos de estar preso era acontecer uma desgraça destas e nós cá dentro, impotentes. Mas só comecei a perceber isso à medida que a tua doença e velhice foram avançando” — texto de Lígia Pires, que retoma palavras de um recluso.

Morreste-me, mãe!

Dia da Mãe com um filho preso

Não chores meu filho, não estás sozinho, eu estarei sempre contigo. Lembras-te em que momento te perdeste de mim? Puxo pela cabeça e não sou capaz. Talvez tenha sido numa noite, sim, o mais possível é que tenha sido numa das noites em que eu ficava acordada à espera de que chegasses e não chegavas e eu tinha de sair para trabalhar.

Morreste-me, mãe!

Ser visitador prisional: e se eu um dia ficasse cá dentro?

Ser visitador prisional é viver um pouco preso também. É entrar na cadeia muitas vezes contra tudo e contra todos, muitas vezes ser menos bem tratado pelo sistema, sorrir e seguir em frente. (Testemunho de Lígia Pires)

Acompanhar os reclusos, uma arte do cuidar

Livro “Amar os Presos?!...”

Acompanhar os reclusos, uma arte do cuidar

Um alerta para que se fale das pessoas que vivem em situação de privação de liberdade, periferia que se encontra quase esquecida por muitos católicos incluindo sectores da própria hierarquia católica, apesar da sua Pastoral Penitenciária – tal é o foco do livro Amar os Presos?!… –  Inquietações e Contributos de um visitador prisional, da autoria de Paulo Neves. O autor faz parte da Unidade Pastoral dos Estabelecimentos Prisionais de Custóias, Sta. Cruz do Bispo e cadeia anexa à Polícia Judiciária (Porto).

Morreste-me, mãe!

Morreste-me, mãe!

“Morreste-me, mãe! E estas grades impediram-me de te ir dar o último beijo frio. Ouvia dizer por aqui que dos maiores medos de estar preso era acontecer uma desgraça destas e nós cá dentro, impotentes. Mas só comecei a perceber isso à medida que a tua doença e velhice foram avançando” — texto de Lígia Pires, que retoma palavras de um recluso.

Morreste-me, mãe!

Dia da Mãe com um filho preso

Não chores meu filho, não estás sozinho, eu estarei sempre contigo. Lembras-te em que momento te perdeste de mim? Puxo pela cabeça e não sou capaz. Talvez tenha sido numa noite, sim, o mais possível é que tenha sido numa das noites em que eu ficava acordada à espera de que chegasses e não chegavas e eu tinha de sair para trabalhar.

Morreste-me, mãe!

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Últimas Notícias

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

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